Você decide: Eric Clapton x Stevie Wonder

O coletivo Pedal Sonoro promove uma enquete no facebook para escolher o homenageado de nossa próxima bicicletada musical: Eric Clapton x Stevie Wonder!

A escolha não é nada fácil, uma vez que ambos são grandes músicos com décadas de carreira. Saiba mais e faça (na medida do possível) sua escolha!

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Embora o seu estilo musical tenha variado ao longo de sua carreira, Clapton sempre teve as suas raízes ligadas ao blues. Clapton foi considerado inovador pelos críticos em várias fases distintas de sua carreira, atingindo sucesso tanto de crítica quanto de público e tendo várias canções listadas entre as mais populares de todos os tempos, tais como “Layla“, “Wonderful Tonight” e a regravação de “I Shot the Sheriff“, de Bob Marley.

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saiba mais

 

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Um dos maiores músicos da contemporaneidade, iniciou a carreira muito cedo. Assinou contrato com a Tamla Records, selo da Motown Records aos onze anos e continua com a mesma até hoje. Gravou mais de trinta sucessos que alcançaram o top ten e ganhou vinte e cinco Grammy Awards, o maior número já ganho por um artista masculino na história.

Contamos com a sua participação e informaremos a data da bicicletada em breve!

fonte: wikipedia

 

Bicicleta e Saúde Pública #01

Pedalar é, sem dúvida, a atividade física perfeita para promover a saúde das pessoas, das comunidades e do planeta. Quanto mais pessoas deixam de comprar e usar carros nas cidades e passam a usar a bike em seus deslocamentos diários, melhor é a qualidade do ar local, além de contribuírem para mitigar a mudança do clima.

Ao pedalar, as pessoas se beneficiam física e mentalmente, diminuindo o risco de sofrer e morrer de doenças cardiovasculares, diabetes, vários tipos de câncer, depressão, entre outras doenças.

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Por que integrar as políticas de saúde pública com políticas de promoção de mobilidade por bicicleta?

Bike como meio de transporte não deixa de ser exercício físico, trazendo benefícios para a saúde física e mental das pessoas e aumento da expectativa de vida;

Mesmo em cidades poluídas, os benefícios de pedalar são maiores que os danos causados pela eventual exposição à poluição durante o exercício;

Melhoria na saúde mental;

Menos congestionamentos, menos estresse e mais tempo para outras atividades
Ruas mais agradáveis à circulação de pessoas e maior interação social;

Redução da poluição atmosférica e sonora Redução de acidentes e mortes de trânsito;

Combate ao sedentarismo infantil;

Redução de faltas no trabalho por motivos de saúde;

Redução de pessoas trabalhando doentes, gerando perda de produtividade, saúde debilitada, exaustão e surtos de epidemias no ambiente de trabalho.

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imagem: O Globo Niterói

A bicicleta como fator de melhoria da saúde

Melhora equilíbrio, força muscular, flexibilidade e coordenação motora;

Controle de peso e combate à obesidade, inclusive infantil Transporte ativo por bicicleta pode ser praticado por pessoas;

de todas as idades por ser um exercício de baixo impacto;

Saúde mental: como qualquer exercício físico, pedalar ajuda a combater a depressão, estresse e ansiedade.

 

Incentivar o maior número possível de trabalhadores a pegar a bicicleta precisa se transformar em uma prioridade máxima para os municípios e governos. Estudo publicado em abril de 2017 no British Medical Journal com 263.450 pessoas constatou que aquelas que iam para o trabalho pedalando tiveram um risco 52% menor de morrer de doença cardíaca e um risco 40% menor de morrer de câncer. Além disso, o risco de desenvolver uma doença cardíaca foi 46% inferior, e o de desenvolver câncer, 45% menor. Caminhar para o trabalho não estava associado com um menor risco de morrer por nenhuma dessas causas. Ou seja, pedalar é mais benéfico que andar.

 

Para acessar o material completo da campanha Bicicleta nos Planos, clique aqui

 

NESTA QUINTA: colaboração em massa na campanha da CicloExperiência 2018

O Pedal Sonoro tem plena consciência da situação econômica complicada enfrentada pelo país e os seus impactos sobre nossas famílias. Ainda assim, contamos com a sua participação na campanha de financiamento coletivo online (crowdfunding) para realizarmos uma CicloExperiência 2018 simplesmente inesquecível!

Desde sua criação em 2013, com mais de 150 atividades realizadas gratuitamente, esta é a primeira vez em que o Pedal Sonoro propõe o crowdfunding de uma atividade.

Elegemos o dia 07/12, quando a campanha completa 3 semanas e a maioria das pessoas já recebeu os seus salários para, através deste EVENTO, realizarmos uma COLABORAÇÃO EM MASSA e alavancarmos a campanha.

Nesta oportunidade, através de parceiros como o Garage Bike e a Rare Trip Cicloturismo, proporcionaremos vantagens exclusivas para as colaborações nesta data, para além das recompensas já previstas na plataforma.

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A sua participação é fundamental para que possamos realizar esta edição inédita da CicloExperiência em Niterói, com a presença de coletivos e iniciativas também de outros estados.

Colabore a partir de R$15 e faça parte da CicloExperiência 2018!

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PARCEIROS DA CAMPANHA:  AmoBici, AzroMeiaZero, Beco da Bike, Bicicleta e Companhia, Bike Anjo Niterói, Bikers Rio Pardo, Caminha Rio, Cantinho da Batata, Ciclocidade, Ciclovia Invisíveis, Conselho Comunitário da Orla da Baía (CCOB), Ecoando – Ecologia & Caminhadas, Fórum de Transparência e Controle Social de Niterói, Garage Bike, La Frida, Mobilidade Niterói, MobiRio, Niterói Para Pessoas, Pedala Manaus, Pedalentos, Rare Trip Cicloturismo, Respeite Um Carro a Menos, Rodas da Paz, Transporte Ativo, TukRio, União de Ciclistas do Brasil (UCB), União Gonçalense de Ciclistas (UGC) e Vélo Vintage

TransOceânica: uma farsa cicloviária?

Ao contrário do que afirma a Prefeitura de Niterói nos veículos de comunicação e na cara e ostensiva propaganda de governo em torno da TrânsOceânica, A OBRA NÃO CONTA COM UM METRO SEQUER DE CICLOVIA, à exceção do Túnel Charitas-Cafubá.

O QUE DIZ A LEI

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro a CICLOVIA é uma pista própria destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum.

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A linearidade e a coerência da rede são fundamentais para que ela seja facilmente compreendida por qualquer usuário, mesmo os que ainda não possuem o hábito de utilizar a bicicleta em suas viagens ou que não são moradores locais.

Para ser atraente aos usuários atuais e potenciais, a rede cicloviária deve conectar pontos de origem e destino atrativos para a realização de viagens cotidianas (Guia de Planejamento Cicloinclusivo / ITDP)

A PROPAGANDA

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Teremos uma ciclovia acompanhando toda a TransOceânica.” (Axel Grael, 10/10/16)

Toda a via é composta por ciclovia, duas faixas para veículos e uma faixa exclusiva para ônibus, que será usada por coletivos normais e pelo BHS. (O Fluminense, 05/03/17)

A REALIDADE

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No próprio site da TransOceânica, em que é possivel acompanhar o andamento das obras e os tipos de estruturas, constam (com exceção do túnel) os seguintes termos:  ciclovia sobre a calçada (isso não existe!), faixa compartilhada e calçada compartilhada.

CADÊ A CICLOVIA PROMETIDA, PREFEITO?

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A PERPETUAÇÃO DO PROBLEMA

De acordo com estudos feitos pela prefeitura, atualmente 39% da população da região usam automóveis para se locomover — em toda a Região Metropolitana do Rio, o percentual é 23%. A quantidade de gente que usa a bicicleta também é muito menor na Região Oceânica — apenas 1% da população, enquanto na Região Metropolitana 5% optam por esse meio de locomoção. (O Globo, 16/12/16)

Lamentamos mais esta oportunidade perdida pela Prefeitura de Niterói contrariando a legislação e o compromisso assumido ao assinar Carta Compromisso pela Mobilidade Ativa durante a campanha eleitoral em 2016 e REPUDIAMOS a maneira como esta gestão se utiliza do termo CICLOVIA, com a única finalidade de enganar os ciclistas e os cidadãos niteroienses.

Cineclube PS #02

A segunda edição do Cineclube PS, uma atividade de formação e conscientização em CICLOMOBILIDADE, exibirá o aclamado documentário Bikes vs Cars (2015) do diretor Fredrik Gertten.

Após a exibição do documentário, faremos uma breve roda de conversa.

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Apesar do nome Bikes vs Cars, o documentário não trata da disputa de espaço por carros e bicicletas, mas sim de como a indústrias dos carros influencia as políticas públicas das cidades e a forma como a bicicleta consegue mudar isso.

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Lançado em 2015, o documentário foi rodado em algumas cidades do mundo. No Brasil, apenas a cidade de São Paulo foi palco de algumas cenas. Entre 2012 e 2014, o diretor do filme Fredrik Gertten registrou as eleições do prefeito Fernando Haddad (PT) e as transformações pelas quais a cidade passou com a nova gestão e um forte investimento no uso da bicicleta na capital paulista.

O documentário também foi rodado nas cidades de Los Angeles, nos Estados Unidos, onde se fala um pouco sobre a luta por mais espaços para a bicileta; Já em Toronto no Canadá é mostrado a retirada de algumas bicicletas e por último Copenhague, na Dinamarca que é uma cidade referência nas políticas de mobilidade por bicicleta.

confira, abaixo, o trailer do documentário!

para acessar o evento no facebook, clique aqui

A utilização da bicicleta e seus benefícios coletivos

O uso da bicicleta desempenha um papel importante na mobilidade urbana em todo o mundo, e tem um potencial ainda maior.

Nas cidades, estima-se que mais que 50% dos destinos dos deslocamentos estão a menos 10km da sua origem, uma distância que poderia ser percorrida de bicicleta.

Mais viagens em bicicletas geram benefícios coletivos!

Redução dos congestionamentos e melhoria da qualidade do ar: bicicletas são uma opção ideal de transporte para viagens curtas muitas vezes realizadas por veículos motorizados que levam apenas o condutor.

Aumento do alcance dos sistemas de transporte de média e alta capacidade: a bicicleta preenche uma lacuna crítica, que é a do trecho complementar entre o destino final do passageiro e o transporte público, funcionando como elemento integrador de diversos modos de média e alta capacidade.

Melhoria da acessibilidade geral: pedalar é mais eficiente do que caminhar e dá aos usuários maior acesso a locais que estavam fora de seu alcance a pé, além de oferecer a vantagem do transporte “porta a porta”.

Redução de custos: a bicicleta gera economia nos gastos com transporte. Incentivar seu uso gera impacto positivo na economia doméstica.

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São Francisco / Niterói (O Globo)

Fomento ao desenvolvimento econômico: o crescimento no número de usuários e a implantação de novas infraestruturas para a mobilidade por bicicleta gera uma série de impactos na economia local (indústria, comércio e serviços), em função das diferentes demandas que surgem ou aumentam (equipamentos, acessórios, softwares, maté-ria-prima, fabricação, operação de serviços, etc).

Melhoria da saúde da população: pedalar traz benefícios tanto à saúde física quanto mental, além de contribuir para a redução da emissão de gases do efeito estufa (GEE). Há estudos que mostram que pedalar vinte minutos por dia tem um impacto positivo sobre a saúde mental.

Cidades mais acolhedoras: pedalar é uma opção de transporte de baixo impacto ambiental e uma cidade mais cicloinclusiva tende a ser mais dinâmica, moderna e sustentável. Em todo o mundo, as pessoas não querem mais ficar sentadas em intermináveis congestionamentos: elas querem viver em cidades que proporcionam interações criativas, circulação acessível a todos e um ambiente saudável, cheio de vida e repleto de opções. Exatamente o tipo de ambiente urbano que uma cidade cicloinclusiva pode oferecer.


 

Segundo a publicação “Cenários globais para a mobilidade por bicicleta”, do ITDP e UCDavis, cerca de 7% das viagens realizadas no mundo são feitas por bicicletas.

Se essa divisão modal chegasse a 23% do total de viagens, as cidades poderiam economizar 25 trilhões de dólares nos próximos 35 anos.

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A partir da mobilização em torno da Conferência de Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP 21), foi criada uma oportunidade única de estabelecer uma política global em direção à expansão do uso da bicicleta e do transporte sustentável. O setor de transportes atualmente é responsável por quase 25% das emissões de gases do efeito estufa (GEE).

Reduzir as emissões de GEE do transporte urbano é fundamental nas políticas públicas não só de transportes, mas também de adaptação e mitigação às mudanças climáticas, resultando em cidades mais resilientes. Investir maciçamente na promoção da bicicleta, de forma global, poderia reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 11% até 2050.

 

FONTE: Guia de Planejamento Ciclo Inclusivo / ITDP Brasil

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Para fazer o download do guia completo, clique aqui

CicloMobiliTarde: uma tarde dedicada à mobilidade ativa

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A Semana da Mobilidade está chegando e o Pedal Sonoro, em parceria com o Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, está elaborando com muito carinho um encontro para debatermos este tema de extrema importância em nossa cidade, assim como na maioria dos municípios brasileiros, tendo como foco a mobilidade ativa.

A mobilidade ativa, também denominada de mobilidade suave ou mobilidade não-motorizada é uma forma de mobilidade para transporte de pessoas, e em alguns casos de bens, que faz uso unicamente de meios físicos do ser humano para a locomoção. Os meios de transporte ativos mais amplamente usados são andar a pé e de bicicleta. Todavia outros meios menos frequentes com propulsão humana como por exemplo, qualquer velocípede não-motorizado, patins, skate ou trotinetas, também se enquadram dentro da mobilidade ativa. (Wikipedia)

Confira a programação:

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13h | abertura

13h30-14h45 | painéis temáticos

MOBILIDADE A PÉ com Thatiana Murillo / Caminha Rio

CICLISMO E ORGANIZAÇÃO com Charles Gomes / União Gonçalense de Ciclistas

TRANSPORTE PÚBLICO com Paola Porto (Comissão de Acompanhamento e Estudo da Legislação de Trânsito OAB-Niterói / Mestre e Doutoranda UFF)

CAMPANHAS Bicicleta nas Eleições 2016 / Bicicleta nos Planos (União de Ciclistas do Brasil – UCB) com Pedal Sonoro

15h-17h30 | Mão na Roda (oficina livre e colaborativa de mecânica em bicis) c/ Garage Bike, Bretas Bike e Piratas de bici

18h-19h30 – Cineclube Pedal Sonoro: Cidades para carros ou para pessoas?

Distribuição de senha para sorteio de brindes aos 30 primeiros participantes (chegue cedo para concorrer!) e atividades para a criançada ao longo de toda a tarde!

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Apoio Institucional

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Parceiros: Bicicleta e Companhia, Bike Anjo Niterói, Bretas Bike, Caminha Rio, Ciclismo Urbano, Ecoando, Fórum de Transparência e Controle Social, Garage Bike, Mobilidade Niterói, MobiRio, Niterói Para Pessoas, Observatório Social de NiteróiPatricia Thomaz FotografiaPiratas de Bici, Redes da MaréUnião Gonçalence de Ciclistas.

Para acessar o evento no facebook, clique aqui ou utilize o código abaixo:

 

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