Crowdfunding da CicloExperiência 2018 entra na reta final: participe!

O que é a CicloExperiência?

A CicloExperiência é uma atividade GRATUITA do coletivo Pedal Sonoro que juntamente com outras iniciativas e parceiros, propõe reflexões e práticas diretamente relacionadas ao ciclismo, em todas as suas vertentes.

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O encontro acontecerá no mês de abril em Niterói e a programação contará com diversas ações, ciclo- feira, bici-rangos (bikes food), oficinas, painéis, palestras, exibição de vídeos, etc. Para encerrarmos este grande dia, será promovida uma bicicletada musical, seguida por uma grande confraternização.

Desde 2014, já realizamos 3 edições da CicloExperiência, sempre financiadas pelos nossos próprios recursos e apenas possíveis devido à parcerias e trabalho voluntário. Nossa última edição em 2017, levou mais de 500 pessoas ao Museu do Ingá!

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Assista os vídeos: Abril/2014   Maio/2014   Abril/2017

Em 2018, com a sua participação, vamos realizar uma edição simplesmente inesquecível, se possível, com a presença de iniciativas de outros estados!

Como funciona o financiamento coletivo (crowdfunding)?

O financiamento coletivo ou crowdfunding é uma excelente maneira de financiar uma ideia ou projeto, em que cada pessoa colabora com o quanto puder e em troca recebe recompensas!

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confira algumas das recompensas da campanha

Se a meta mínima de R$4.000,00 for atingida, a CicloExperiência acontece e todos os colaboradores recebem suas recompensas. Do contrário, não realizaremos a atividade e as contribuições serão devolvidas.

O que são as múltiplas metas?

A CicloExperiência será maior e mais qualificada de acordo com a arrecadação da campanha: cada meta alcançada garantirá uma programação mais completa!

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E como os recursos serão utilizados?

A CicloExperiência 2018, assim como todas as ações do Pedal Sonoro, é uma atividade sem fins lucrativos: 100% dos recursos serão utilizados para viabilizar a produção e garantir um evento de alto nível para ciclistas e simpatizantes!

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Por que a SUA PARTICIPAÇÃO é fundamental?

O Pedal Sonoro é um coletivo de ciclistas urbanos, sem fins lucrativos, integrado por voluntário(a)s, que tem como principais objetivos promover a utilização da bicicleta como meio de transporte e colaborar para a conscientização dos ciclistas a respeito de seus direitos e deveres.

Atuamos desde 2013 em Niterói e, desde então, já realizamos mais de 150 atividades relacionadas à ciclomobilidade, colaborando para a construção de uma cidade para pessoas.

Esta é a primeira que propomos o financiamento coletivo online(crowdfunding) de uma atividade. Acreditamos que esta seja uma grande oportunidade para realizarmos uma CicloExperiência sem precedentes em nossa cidade, levando informação e entretenimento a todas e todos!

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Para acessar a campanha na Benfeitoria, clique aqui

 

NESTA QUINTA: colaboração em massa na campanha da CicloExperiência 2018

O Pedal Sonoro tem plena consciência da situação econômica complicada enfrentada pelo país e os seus impactos sobre nossas famílias. Ainda assim, contamos com a sua participação na campanha de financiamento coletivo online (crowdfunding) para realizarmos uma CicloExperiência 2018 simplesmente inesquecível!

Desde sua criação em 2013, com mais de 150 atividades realizadas gratuitamente, esta é a primeira vez em que o Pedal Sonoro propõe o crowdfunding de uma atividade.

Elegemos o dia 07/12, quando a campanha completa 3 semanas e a maioria das pessoas já recebeu os seus salários para, através deste EVENTO, realizarmos uma COLABORAÇÃO EM MASSA e alavancarmos a campanha.

Nesta oportunidade, através de parceiros como o Garage Bike e a Rare Trip Cicloturismo, proporcionaremos vantagens exclusivas para as colaborações nesta data, para além das recompensas já previstas na plataforma.

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A sua participação é fundamental para que possamos realizar esta edição inédita da CicloExperiência em Niterói, com a presença de coletivos e iniciativas também de outros estados.

Colabore a partir de R$15 e faça parte da CicloExperiência 2018!

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PARCEIROS DA CAMPANHA:  AmoBici, AzroMeiaZero, Beco da Bike, Bicicleta e Companhia, Bike Anjo Niterói, Bikers Rio Pardo, Caminha Rio, Cantinho da Batata, Ciclocidade, Ciclovia Invisíveis, Conselho Comunitário da Orla da Baía (CCOB), Ecoando – Ecologia & Caminhadas, Fórum de Transparência e Controle Social de Niterói, Garage Bike, La Frida, Mobilidade Niterói, MobiRio, Niterói Para Pessoas, Pedala Manaus, Pedalentos, Rare Trip Cicloturismo, Respeite Um Carro a Menos, Rodas da Paz, Transporte Ativo, TukRio, União de Ciclistas do Brasil (UCB), União Gonçalense de Ciclistas (UGC) e Vélo Vintage

CicloExperiência 2018: financiamento coletivo

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A CicloExperiência 2018 – um dia inteiro dedicado à cultura da bicicleta – é uma atividade do coletivo Pedal Sonoro que juntamente com outras iniciativas e parceiros, propõe reflexões e práticas diretamente relacionadas ao ciclismo, em todas as suas vertentes.

ACESSE A CAMPANHA, CLICANDO AQUI

A CicloExperiência 2018 acontecerá em Niterói, entre março/abril e a sua programação contará com ações, ciclo-feira, bici-rangos (bikes food), oficinas, painéis, palestras, exibição de vídeos e uma bicicletada musical seguida por uma grande confraternização.

Desde 2014, o coletivo Pedal Sonoro já realizou 3 edições da CicloExperiência. Em 2018 contamos com a sua colaboração para realizaremos uma edição inesquecível, se possível, com a participação de iniciativas e colegas de outros estados!

 

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CicloExperiência 2017 (Museu do Ingá)

Confira a repercussão da CicloExp2017 no Jornal O Fluminense

Após quase 4 anos de ações e atividades, este é o primeiro financiamento coletivo online (crowdfunding) do Pedal Sonoro.

O lançamento da campanha será no dia 16/11 (quinta feira)!

Optamos pela Benfeitoria pois já praticamos e acreditamos na cultura colaborativa e por que esta plataforma permite que, atingida a meta mínima, todos ganhem: realizaremos uma atividade gratuita, de grande importância para nossa cidade e os colaboradores, além de contribuírem diretamente para que isto seja possível, receberão recompensas.

ACESSE A CAMPANHA, CLICANDO AQUI

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O Pedal Sonoro é um coletivo de ciclistas urbanos, sem fins lucrativos, integrado por voluntario(a)s, que tem como principal objetivo: promover a utilização da bicicleta como meio de transporte e colaborar para a conscientização dos ciclistas a respeito de seus direitos e deveres. Saiba mais!

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PARCEIROS DA CAMPANHA: AmoBici, AzroMeiaZero, Bicicleta e Companhia, Bike Anjo Niterói, Bikers Rio Pardo, Cantinho da Batata, Ciclocidade, Ciclovia Invisíveis, Conselho Comunitário da Orla da Baía (CCOB), Ecoando – Ecologia & Caminhadas, Fórum de Transparência e Controle Social de Niterói, Garage Bike, La Frida, Mobilidade Niterói, MobiRio, Niterói Para Pessoas, Pedala Manaus, Pedalentos, Rare Trip Cicloturismo, Respeite Um Carro a Menos, Rodas da Paz, Transporte Ativo, TukRio, União de Ciclistas do Brasil (UCB), União Gonçalense de Ciclistas (UGC) e Vélo Vintage

 

TransOceânica: uma farsa cicloviária?

Ao contrário do que afirma a Prefeitura de Niterói nos veículos de comunicação e na cara e ostensiva propaganda de governo em torno da TrânsOceânica, A OBRA NÃO CONTA COM UM METRO SEQUER DE CICLOVIA, à exceção do Túnel Charitas-Cafubá.

O QUE DIZ A LEI

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro a CICLOVIA é uma pista própria destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum.

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A linearidade e a coerência da rede são fundamentais para que ela seja facilmente compreendida por qualquer usuário, mesmo os que ainda não possuem o hábito de utilizar a bicicleta em suas viagens ou que não são moradores locais.

Para ser atraente aos usuários atuais e potenciais, a rede cicloviária deve conectar pontos de origem e destino atrativos para a realização de viagens cotidianas (Guia de Planejamento Cicloinclusivo / ITDP)

A PROPAGANDA

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Teremos uma ciclovia acompanhando toda a TransOceânica.” (Axel Grael, 10/10/16)

Toda a via é composta por ciclovia, duas faixas para veículos e uma faixa exclusiva para ônibus, que será usada por coletivos normais e pelo BHS. (O Fluminense, 05/03/17)

A REALIDADE

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No próprio site da TransOceânica, em que é possivel acompanhar o andamento das obras e os tipos de estruturas, constam (com exceção do túnel) os seguintes termos:  ciclovia sobre a calçada (isso não existe!), faixa compartilhada e calçada compartilhada.

CADÊ A CICLOVIA PROMETIDA, PREFEITO?

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A PERPETUAÇÃO DO PROBLEMA

De acordo com estudos feitos pela prefeitura, atualmente 39% da população da região usam automóveis para se locomover — em toda a Região Metropolitana do Rio, o percentual é 23%. A quantidade de gente que usa a bicicleta também é muito menor na Região Oceânica — apenas 1% da população, enquanto na Região Metropolitana 5% optam por esse meio de locomoção. (O Globo, 16/12/16)

Lamentamos mais esta oportunidade perdida pela Prefeitura de Niterói contrariando a legislação e o compromisso assumido ao assinar Carta Compromisso pela Mobilidade Ativa durante a campanha eleitoral em 2016 e REPUDIAMOS a maneira como esta gestão se utiliza do termo CICLOVIA, com a única finalidade de enganar os ciclistas e os cidadãos niteroienses.

Bicicleta e Mobilidade Urbana

De acordo com o IBGE (2013), o Brasil possui 5.570 municípios. Em muitas cidades, sobretudo as com até 60 mil habitantes, não há linhas de ônibus municipais, e o transporte a propulsão humana, a pé ou bicicleta, é o principal meio de locomoção.

A Lei 12.587/2012 garante a prioridade do transporte não motorizado sobre o transporte individual motorizado, independentemente do tamanho das cidades. Essa obrigatoriedade, para estar adequada à Lei Federal, deve ser materializada nos Planos de Mobilidade Urbana.

A bicicleta é o veículo mais utilizado nos pequenos centros do País (cidades com menos de 60 mil habitantes), onde o transporte coletivo praticamente não existe e as taxas de motorização ainda são baixas. Ao contrário, nas cidades médias e grandes, com raras exceções, o uso do transporte cicloviário está bem abaixo de seu potencial, tendo sua prática disseminada em apenas dois segmentos bem distintos da população: a classe de renda média alta e as classes de renda muito baixas. Estes últimos são os grandes usuários da bicicleta no Brasil, fazendo uso regular deste veículo como um modo de transporte.

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A bicicleta é um dos meios de transporte mais eficientes já inventados: a tecnologia mais apropriada para distâncias curtas, com baixíssimo custo operacional. Uma pessoa pedalando viaja duas vezes mais rápido, carrega quatro vezes mais carga e cobre três vezes a distância percorrida por uma pessoa caminhando. A bicicleta não emite poluentes e contribui para fazer da cidade um espaço livre de congestionamentos.

Do ponto de vista urbanístico, o uso da bicicleta nas cidades reduz o nível de ruído no sistema viário; propicia maior equidade na apropriação do espaço urbano destinado à circulação; libera mais espaço público para o lazer; contribui para a composição de ambientes mais agradáveis, saudáveis e limpos; contribui para a redução dos custos urbanos devido à redução dos sistemas viários destinados aos veículos motorizados; e aumenta a qualidade de vida dos habitantes, na medida em que gera um padrão de tráfego mais calmo e benefícios à saúde de seus usuários.

Junto com os deslocamentos a pé, a bicicleta é o modo de transporte mais frágil do cenário urbano. Uma política que pretenda a ampliação do uso da bicicleta exige duas preocupações básicas dos administradores públicos e dos planejadores: a segurança física dos seus usuários no trânsito e a proteção dos veículos contra furto ou roubo.

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A integração entre a malha cicloviária da cidade e desta com o sistema de transporte coletivo, seja ela segregada ou compartilhada, é fundamental para a promoção da bicicleta no município. Para isso é preciso oferecer segurança aos ciclistas e equipamentos para estacionar as bicicletas em áreas próximas de trens, BRTs, metrôs e outros modos.

Uma medida recomendada para o planejamento e a integração do uso da bicicleta de forma segura é a redução do limite das velocidades nas vias. Algumas cidades têm experimentado as Zonas 30, com o limite ideal para uma melhor convivência entre moradores, ciclistas, carros, ônibus, entre outros modos.

Estimular o uso da bicicleta na cidade é ainda uma forma de melhorar a saúde e a qualidade de vida da população, combatendo o sedentarismo, a obesidade e doenças cardíacas.

Fonte: PlanMob – Carderno de Referência para Elaboração do Plano de Mobilidade Urbana (Ministério das Cidades). Para acessar o material completo, clique aqui.

 

Pedal Sonoro | Outubro Rosa 2017

Neste ano, mais uma vez o Pedal Sonoro adere à campanha internacional Outubro Rosa, colaborando para a conscientização e a prevenção do Câncer de Mama.

A prevenção do câncer de mama não é totalmente possível em função da multiplicidade de fatores relacionados ao surgimento da doença e ao fato de vários deles não serem modificáveis. De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores, especificamente aqueles considerados  modificáveis.
Estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama. Controlar o peso corporal e evitar a obesidade, por meio da alimentação saudável e da prática regular de exercícios físicos, e evitar o consumo de bebidas alcoólicas são recomendações básicas para prevenir o câncer de mama. A amamentação também é considerada um fator protetor.
A terapia de reposição hormonal (TRH), quando estritamente indicada, deve ser feita sob rigoroso controle médico e pelo mínimo de tempo necessário.
fonte: INCA – Instituto Nacional do Câncer

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Venha pedalar com a gente, NESTE DOMINGO (22/10), ao som das mais belas vozes femininas da música nacional e internacional, em prol da conscientização e combate ao câncer de mama!

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Concentração às 9h / saída às 10h da manhã

Cicloponto Icaraí [calçadão da praia de Icaraí, em frente à Reitoria da UFF]

ps: em caso de chuva forte, a bicicletada poderá ser adiada

Para acessar o evento no facebook, clique aqui

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Pedal Sonoro | Outubro Rosa 2015 – homenagem à Clara Nunes

A utilização da bicicleta e seus benefícios coletivos

O uso da bicicleta desempenha um papel importante na mobilidade urbana em todo o mundo, e tem um potencial ainda maior.

Nas cidades, estima-se que mais que 50% dos destinos dos deslocamentos estão a menos 10km da sua origem, uma distância que poderia ser percorrida de bicicleta.

Mais viagens em bicicletas geram benefícios coletivos!

Redução dos congestionamentos e melhoria da qualidade do ar: bicicletas são uma opção ideal de transporte para viagens curtas muitas vezes realizadas por veículos motorizados que levam apenas o condutor.

Aumento do alcance dos sistemas de transporte de média e alta capacidade: a bicicleta preenche uma lacuna crítica, que é a do trecho complementar entre o destino final do passageiro e o transporte público, funcionando como elemento integrador de diversos modos de média e alta capacidade.

Melhoria da acessibilidade geral: pedalar é mais eficiente do que caminhar e dá aos usuários maior acesso a locais que estavam fora de seu alcance a pé, além de oferecer a vantagem do transporte “porta a porta”.

Redução de custos: a bicicleta gera economia nos gastos com transporte. Incentivar seu uso gera impacto positivo na economia doméstica.

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São Francisco / Niterói (O Globo)

Fomento ao desenvolvimento econômico: o crescimento no número de usuários e a implantação de novas infraestruturas para a mobilidade por bicicleta gera uma série de impactos na economia local (indústria, comércio e serviços), em função das diferentes demandas que surgem ou aumentam (equipamentos, acessórios, softwares, maté-ria-prima, fabricação, operação de serviços, etc).

Melhoria da saúde da população: pedalar traz benefícios tanto à saúde física quanto mental, além de contribuir para a redução da emissão de gases do efeito estufa (GEE). Há estudos que mostram que pedalar vinte minutos por dia tem um impacto positivo sobre a saúde mental.

Cidades mais acolhedoras: pedalar é uma opção de transporte de baixo impacto ambiental e uma cidade mais cicloinclusiva tende a ser mais dinâmica, moderna e sustentável. Em todo o mundo, as pessoas não querem mais ficar sentadas em intermináveis congestionamentos: elas querem viver em cidades que proporcionam interações criativas, circulação acessível a todos e um ambiente saudável, cheio de vida e repleto de opções. Exatamente o tipo de ambiente urbano que uma cidade cicloinclusiva pode oferecer.


 

Segundo a publicação “Cenários globais para a mobilidade por bicicleta”, do ITDP e UCDavis, cerca de 7% das viagens realizadas no mundo são feitas por bicicletas.

Se essa divisão modal chegasse a 23% do total de viagens, as cidades poderiam economizar 25 trilhões de dólares nos próximos 35 anos.

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A partir da mobilização em torno da Conferência de Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP 21), foi criada uma oportunidade única de estabelecer uma política global em direção à expansão do uso da bicicleta e do transporte sustentável. O setor de transportes atualmente é responsável por quase 25% das emissões de gases do efeito estufa (GEE).

Reduzir as emissões de GEE do transporte urbano é fundamental nas políticas públicas não só de transportes, mas também de adaptação e mitigação às mudanças climáticas, resultando em cidades mais resilientes. Investir maciçamente na promoção da bicicleta, de forma global, poderia reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 11% até 2050.

 

FONTE: Guia de Planejamento Ciclo Inclusivo / ITDP Brasil

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Para fazer o download do guia completo, clique aqui