Pedal Sonoro | Diversidade

Neste sábado (25/11), a convite da organização da II Mostra de Arte e Cultura LGBT de Niterói, realizaremos nossa bicicletada musical em prol da diversidade e do respeito.

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Em nossa playlist não faltarão sucessos de artistas como Ney Matogrosso, George Michael, Cássia Eller, Queen, Sandra de Sá, Elton John, Liniker, Ricky Martin, Mart’nália e muitos outros artistas nacionais e internacionais!

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25/11 (SÁBADO) | Concentração às 16h no Cicloponto Icaraí

[calçadão da praia, em frente à Reitoria/UFF]

Confirme sua presença no evento (facebook) clicando aqui

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CicloExperiência 2018: conheça a campanha de financiamento coletivo (crowdfunding), COLABORE a partir de R$15 e receba recompensas!

 

CicloExperiência 2018: financiamento coletivo

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A CicloExperiência 2018 – um dia inteiro dedicado à cultura da bicicleta – é uma atividade do coletivo Pedal Sonoro que juntamente com outras iniciativas e parceiros, propõe reflexões e práticas diretamente relacionadas ao ciclismo, em todas as suas vertentes.

ACESSE A CAMPANHA, CLICANDO AQUI

A CicloExperiência 2018 acontecerá em Niterói, entre março/abril e a sua programação contará com ações, ciclo-feira, bici-rangos (bikes food), oficinas, painéis, palestras, exibição de vídeos e uma bicicletada musical seguida por uma grande confraternização.

Desde 2014, o coletivo Pedal Sonoro já realizou 3 edições da CicloExperiência. Em 2018 contamos com a sua colaboração para realizaremos uma edição inesquecível, se possível, com a participação de iniciativas e colegas de outros estados!

 

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CicloExperiência 2017 (Museu do Ingá)

Confira a repercussão da CicloExp2017 no Jornal O Fluminense

Após quase 4 anos de ações e atividades, este é o primeiro financiamento coletivo online (crowdfunding) do Pedal Sonoro.

O lançamento da campanha será no dia 16/11 (quinta feira)!

Optamos pela Benfeitoria pois já praticamos e acreditamos na cultura colaborativa e por que esta plataforma permite que, atingida a meta mínima, todos ganhem: realizaremos uma atividade gratuita, de grande importância para nossa cidade e os colaboradores, além de contribuírem diretamente para que isto seja possível, receberão recompensas.

ACESSE A CAMPANHA, CLICANDO AQUI

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O Pedal Sonoro é um coletivo de ciclistas urbanos, sem fins lucrativos, integrado por voluntario(a)s, que tem como principal objetivo: promover a utilização da bicicleta como meio de transporte e colaborar para a conscientização dos ciclistas a respeito de seus direitos e deveres. Saiba mais!

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PARCEIROS DA CAMPANHA: AmoBici, AzroMeiaZero, Bicicleta e Companhia, Bike Anjo Niterói, Bikers Rio Pardo, Cantinho da Batata, Ciclocidade, Ciclovia Invisíveis, Conselho Comunitário da Orla da Baía (CCOB), Ecoando – Ecologia & Caminhadas, Fórum de Transparência e Controle Social de Niterói, Garage Bike, La Frida, Mobilidade Niterói, MobiRio, Niterói Para Pessoas, Pedala Manaus, Pedalentos, Rare Trip Cicloturismo, Respeite Um Carro a Menos, Rodas da Paz, Transporte Ativo, TukRio, União de Ciclistas do Brasil (UCB), União Gonçalense de Ciclistas (UGC) e Vélo Vintage

 

Visita Técnica / TransOceânica [vídeo]

O site da TransOcênica / Prefeitura de Niterói oferece a possibilidade do cidadão acompanhar, através de um mapa interativo, o andamento da maior obra de mobilidade da história da cidade

Segundo estas informações oficiais, alguns trechos encontram-se finalizados, enquanto outros, estariam quase concluídos. Este é o caso, por exemplo, dos trechos entre a Praça do Cafubá e a Rótula do DPO (100%) e o Mercado Diamante à Rótula da Avenida Central (92%).

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mapa interativo / transoceanica.com

Diante dos relatos que recebemos de ciclistas da região e as frequentes denúncias nas redes sociais a respeito da condição enfrentada pelos ciclistas, realizamos no último sábado (04/11) uma visita técnica à TransOceânica em que documentamos o andamento das obras e também conversamos com moradoras e moradores que pedalam diariamente na Região Oceânica.

Assista abaixo, trecho a trecho, o resultado de nossa visita!

600m | 100% CONCLUÍDO

ciclovia sobre calçada / pista compartilhada / calçada compartilhada

1.600m | 99% CONCLUÍDO

ciclovia sobre calçada / calçada compartilhada

2.300m | 53% CONCLUÍDO

pista compartilhada nas ruas internas Manuel Pacheco de Carvalho

e Delfina de Jesus / calçada compartilhada

650m | 92% CONCLUÍDO

calçada compartilhada / pista compartilhada nas ruas internas

Prof. Alice Picanço e Jéferson Rocha

1.000m | 100% CONCLUÍDO

calçada compartilhada / ciclovia sobre calçada

Em nossa visita constamos que a infraestrutura cicloviária que está sendo implantada ao longo da TransOceânica, por diversos motivos, não vai atender às necessidades dos ciclistas e não garantirá a utilização da bicicleta como meio de transporte na região, contariando a expectativa de milhares de moradores.

Contamos com todas e todos para a repercussão deste material a fim de pressionarmos a Prefeitura de Niterói para, na medida do possível, uma vez que muitos trechos constam como finalizados, realizar as adequações necessárias para melhorar as condições da ciclomobilidade na Região Oceânica de Niterói.

TransOceânica: uma farsa cicloviária?

Ao contrário do que afirma a Prefeitura de Niterói nos veículos de comunicação e na cara e ostensiva propaganda de governo em torno da TrânsOceânica, A OBRA NÃO CONTA COM UM METRO SEQUER DE CICLOVIA, à exceção do Túnel Charitas-Cafubá.

O QUE DIZ A LEI

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro a CICLOVIA é uma pista própria destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum.

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A linearidade e a coerência da rede são fundamentais para que ela seja facilmente compreendida por qualquer usuário, mesmo os que ainda não possuem o hábito de utilizar a bicicleta em suas viagens ou que não são moradores locais.

Para ser atraente aos usuários atuais e potenciais, a rede cicloviária deve conectar pontos de origem e destino atrativos para a realização de viagens cotidianas (Guia de Planejamento Cicloinclusivo / ITDP)

A PROPAGANDA

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Teremos uma ciclovia acompanhando toda a TransOceânica.” (Axel Grael, 10/10/16)

Toda a via é composta por ciclovia, duas faixas para veículos e uma faixa exclusiva para ônibus, que será usada por coletivos normais e pelo BHS. (O Fluminense, 05/03/17)

A REALIDADE

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No próprio site da TransOceânica, em que é possivel acompanhar o andamento das obras e os tipos de estruturas, constam (com exceção do túnel) os seguintes termos:  ciclovia sobre a calçada (isso não existe!), faixa compartilhada e calçada compartilhada.

CADÊ A CICLOVIA PROMETIDA, PREFEITO?

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A PERPETUAÇÃO DO PROBLEMA

De acordo com estudos feitos pela prefeitura, atualmente 39% da população da região usam automóveis para se locomover — em toda a Região Metropolitana do Rio, o percentual é 23%. A quantidade de gente que usa a bicicleta também é muito menor na Região Oceânica — apenas 1% da população, enquanto na Região Metropolitana 5% optam por esse meio de locomoção. (O Globo, 16/12/16)

Lamentamos mais esta oportunidade perdida pela Prefeitura de Niterói contrariando a legislação e o compromisso assumido ao assinar Carta Compromisso pela Mobilidade Ativa durante a campanha eleitoral em 2016 e REPUDIAMOS a maneira como esta gestão se utiliza do termo CICLOVIA, com a única finalidade de enganar os ciclistas e os cidadãos niteroienses.

Calçada compartilhada do túnel Raul Veiga oferece riscos

A má conservação da calçada compartilhada do túnel Raul Veiga oferece riscos à pedestres e ciclistas, e ainda impede a sua utilização por skatistas que frequentam o Skatepark de São Francisco.

Recebemos a DENÚNCIA abaixo por e-mail, em 26/10.

Ao Pedal Sonoro

Sou de São Paulo, estou morando em Niterói – São Francisco há quase 4 meses. Logo que cheguei comprei uma bicicleta para ir trabalhar no Rio.

Faz parte do meu trajeto a travessia do túnel Raul Veiga pela ciclovia que está bem esburacada, colocando em risco a segurança dos ciclistas e por consequência a dos próprios pedestres que ali também circulam.

Nessa semana meu filho, que também tem uma bicicleta, sofreu um acidente naquele trecho. Por causa da irregularidade da pista o garfo da bicicleta quebrou o levando ao chão lhe causando lesões no corpo, ainda que por sorte sem nenhuma gravidade.

Seria de direito cobrar da prefeitura os prejuízos causados, já que aquele trecho está sinalizado para uso de bicicletas.

Porém nesse momento estou optando em apenas solicitar ao Pedal Sonoro que reivindique junto à prefeitura o recapeamento daquele trecho o quanto antes, esperando que a prefeitura leve em conta a gravidade da situação e promova a melhoria necessária das condições da ciclovia localizada no túnel para evitar novos acidentes.

Nilton

A fim de confirmarmos as informações da denúncia, estivemos hoje (29/10) no local. Veja as imagens!

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Em nossa breve visita, constatamos que a pavimetação encontra-se em péssimo estado de conservação; nos acessos ao túnel, os problemas são ainda mais graves (desníveis e buracos); não existe nenhuma sinalização, seja vertical ou horizontal, indicando que este é um espaço compartilhado com pedestres.

 

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ciclofaixa / Av. Roberto Silveira

Os problemas continuam após a saída do túnel na ciclofaixa da Av. Roberto Silveira, conforme denunciado anteriormente em nosso artigo Não basta construir, é preciso conservar, publicado em 26/08/17.

A denúncia já foi encaminhada aos gestores da Prefeitura de Niterói e, como de costume, seguiremos cobrando as devidas providências a fim de garantirmos a segurança de quem optou pela mobilidade ativa em nossa cidade.

É INJUSTO MULTAR PEDESTRES E CICLISTAS

As organizações abaixo assinadas vêm se posicionar absolutamente contrárias à Resolução 706/2017 do Contran, que padroniza a aplicação de autos de infrações a pedestres e ciclistas que cometerem infrações previstas nos já incorretos e criticados artigos 254 e 255 do Código de Trânsito Brasileiro.

As multas de trânsito são ferramentas importantes para promover o respeito à sinalização e à regulamentação de trânsito, o que é necessário para garantir a segurança de todos os cidadãos e cidadãs. Para tanto, é essencial que a sinalização esteja adequada às necessidades mínimas do trânsito de pessoas e veículos, e suficientemente clara para a correta interpretação dos cidadãos e cidadãs, tanto condutores como aqueles que utilizam os modos ativos de deslocamento – também conhecidos como não-motorizados.

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imagem: UOL

O espaço de circulação das nossas cidades, entretanto, priorizou historicamente a fluidez de veículos motorizados individuais. Assim, a largura das ruas, a configuração dos cruzamentos e até os tempos dos semáforos foram planejados a partir da lógica desses veículos. Essa lógica se reflete recorrentemente na redução de calçadas, localização inadequada – e muitas vezes falta – de faixas de pedestres, construção de vias de trânsito rápido no perímetro urbano e no atraso marcante no avanço de infraestrutura cicloviária, por exemplo.

As pessoas que se deslocam a pé ou de bicicleta são colocadas constantemente em situações de insegurança ao transitarem pelas ruas das cidades brasileiras. Por outro lado, quando um motorista viola ou ignora uma sinalização, ele está infringindo uma sinalização e infraestrutura construída especificamente para ele.

Pedestres e ciclistas são os atores mais vulneráveis do sistema de circulação e, seguindo esta premissa, a Política Nacional de Mobilidade Urbana expressa em seu artigo 6º que devem ter prioridade no trânsito. Com isso, para retirá-los de situações de insegurança, que contribuem para elevar o índice de mortes ligadas ao trânsito brasileiro, é necessário criar infraestrutura de forma sistêmica e em rede, respeitando a lógica do deslocamento dos usuários mais vulneráveis do sistema, permitindo a circulação destes na cidade com liberdade e segurança.

Dados de contagens de ciclistas realizadas em algumas capitais brasileiras confirmam esta afirmação, ao apontar que após a implantação de ciclovias e ciclofaixas, o número de ciclistas pedalando na contramão e na calçada diminui bastante.

Portanto, a aplicação de multas a pedestres e ciclistas não se apresenta como uma solução efetiva para resolver os problemas de mobilidade urbana e da convivência nas ruas. Para tal o espaço urbano precisa ser readequado, repensado, redesenhado através de intervenções físicas, de modo a promover uma maior equidade e justiça sócio-espacial. O comportamento das pessoas está diretamente ligado às condições do espaço que lhes é oferecido.

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engenharia de tráfego ao longo da história

Frente à precariedade que se observa no espaço público dedicado à pedestres e ciclistas, e a todos aqueles que se movem pela cidade de forma ativa, não é justo cobrar que pedestres e ciclistas se adequem e utilizem infraestruturas que não respeitam suas necessidades e suas lógicas de deslocamento. Enquanto se discute penalizar os elementos mais frágeis do sistema de mobilidade, as cidades seguem carentes de faixas de pedestres, ciclovias e dispositivos de acalmamento de tráfego.

Entendemos que tal decisão do Contran é INJUSTA e aumentará a desigualdade entre os atores do trânsito, além de desestimular o pedalar e o caminhar como desejáveis modos de deslocamento urbano, sendo antagônica à Política Nacional de Mobilidade Urbana.

Apta – Amazônia Pelo Transporte Ativo; Ameciclo – Associação Metropolitana de Ciclistas do Grande Recife; BH em Ciclo – Associação dos Ciclistas Urbanos de Belo Horizonte; Ciclocidade – Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo; Cidadeapé – Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo; Desvelocidades; Instituto CicloBR de Fomento a Mobilidade Sustentável; MobiRio; Pedala Manaus; Rede Brasileira de Cidades Justas, Democráticas e Sustentáveis; SampaPé; UCB – União de Ciclistas do Brasil

ASSINAMOS EMBAIXO!

Cineclube PS #02

A segunda edição do Cineclube PS, uma atividade de formação e conscientização em CICLOMOBILIDADE, exibirá o aclamado documentário Bikes vs Cars (2015) do diretor Fredrik Gertten.

Após a exibição do documentário, faremos uma breve roda de conversa.

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Apesar do nome Bikes vs Cars, o documentário não trata da disputa de espaço por carros e bicicletas, mas sim de como a indústrias dos carros influencia as políticas públicas das cidades e a forma como a bicicleta consegue mudar isso.

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Lançado em 2015, o documentário foi rodado em algumas cidades do mundo. No Brasil, apenas a cidade de São Paulo foi palco de algumas cenas. Entre 2012 e 2014, o diretor do filme Fredrik Gertten registrou as eleições do prefeito Fernando Haddad (PT) e as transformações pelas quais a cidade passou com a nova gestão e um forte investimento no uso da bicicleta na capital paulista.

O documentário também foi rodado nas cidades de Los Angeles, nos Estados Unidos, onde se fala um pouco sobre a luta por mais espaços para a bicileta; Já em Toronto no Canadá é mostrado a retirada de algumas bicicletas e por último Copenhague, na Dinamarca que é uma cidade referência nas políticas de mobilidade por bicicleta.

confira, abaixo, o trailer do documentário!

para acessar o evento no facebook, clique aqui