Rádio Pedal Sonoro

O coletivo Pedal Sonoro lançará a sua web radio nesta segunda-feira (16/04)!

A iniciativa tem como objetivo levar 24h por dia música de qualidade e informação relevante para os ciclistas urbanos da região metropolitana do Rio de Janeiro.

Durante a CicloExperiência 2018, a Rádio Pedal Sonoro estará presente e fará uma cobertura completa do encontro com reportagem, transmissões ao vivo e muito mais.

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Para colaborar com a nossa programação, grave um áudio no seu celular (gravador e/ou whatsapp) e envie para pedalsonoro@gmail.com. O áudio deve ser gravado em um ambiente silencioso e ter no máximo 30s. Contamos com você!

SE APRESENTE (nome, idade e/ou profissão, cidade)

ESCOLHA APENAS UMA DAS OPÇÕES ABAIXO (se desejar, grave mais de uma versão):

fale sobre a sua relação pessoal com a bicicleta (desde quando e porque você pedala, que tipo de utilização você faz: transporte, lazer ou esporte, se você participa de grupos de ciclismo ou frequenta pedaladas, etc)

fale sobre a sua relação com o Pedal Sonoro (o que você acha da iniciativa, desde quando frequenta, etc)

fale sobre as condições de pedalar em sua cidade (vantagens, dificuldades, o que pode melhorar, etc)

faça um convite para a CicloExperiência 2018 (sábado, 21 de abril, a partir de 9h da manhã no Teatro Popular Oscar Niemeyer em Niterói)

Audiência Pública – Sistema Cicloviário de Niterói [2015]

Atendendo à solicitação de coletivos de ciclistas urbanos como a Massa Crítica, Mobilidade Niterói e Pedal Sonoro, os vereadores Daniel Marques (PV) e Henrique Vieira (PSOL) convocaram uma audiência pública para debater o Sistema Cicloviário de Niterói em 05/08/2015 na Câmara Municipal.

“A presente audiência pública pretende possibilitar amplo debate com a sociedade e uma efetiva participação da população e da sociedade civil organizada sobre as condições do sistema e das ciclovias, o andamento do Programa Niterói de Bicicleta e outras múltiplas demandas referentes ao transporte por bicicleta.” [Daniel Marquês]

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O encontro contou com representantes do poder público como o vice-prefeito e idealizador do programa Niterói de Bicicleta Axel Grael, o subsecretário de Mobilidade e Urbanismo Renato Baradier e a coordenadora do programa Isabela Ledo, além da presença em massa dos ciclistas da cidade.

Ao longo da audiência, que durou mais de 5 horas, os ciclistas ocuparam o púlpito e cobraram exaustivamente dos representantes da prefeitura melhorias nas condições de ciclomobilidade, sendo a maioria das falas relacionadas às condições de segurança.

Ao final da audiência, com a ajuda dos vereadores e muita pressão popular, conseguimos que o vice-prefeito Axel Grael assumisse 6 compromissos junto aos ciclistas, para se concretizarem ainda no ano de 2015:

1 – Apresentar do projeto básico de 120km de malha cicloviária que integrará 04 regiões de Niterói até outubro de 2015 (parcialmente cumprido);

2 – Implantar o bicicletário das Barcas até o final do ano de 2015 (não cumprido até o momento);

3 – Sinalizar o trecho de calçada compartilhada na laje do mergulhinho (não cumprido até o momento);

4 – Efetuar as ações de fiscalização através da Secretaria Municipal de Urbanismo e Mobilidade para fiel cumprimento da Lei 2499/2007 que obriga todas as universidades, shoppings e mercados a readequar seus estacionamentos permitindo 5% do número de vagas disponibilizadas para bicicletas (não cumprido até o momento);

5 – Realizar até o final do presente mês a ciclovia provisória da Marquês do Paraná, com cones e apoio dos agentes de trânsito conforme realizado anteriormente (cumprido parcialmente);

6 – Entregar a malha cilcoviária completa ligando a Zona Norte e a Zona Sul à Marques do Paraná até o final do ano (não cumprido até o momento).

 

fonte: blog do Daniel Marques

 

 

 

 

 

 

Ciclistas exigem uma solução imediata para a Av. Marquês de Paraná

A conexão cicloviária na Av. Marquês de Paraná – trajeto obrigatório entre os bairros e o centro – foi prometida aos ciclistas pela Prefeitura de Niterói ainda em 2015, ocasião em que foi testada (com sucesso) uma ciclofaixa provisória no contra-fluxo que operou durante algumas poucas semanas e foi suspensa justamente no Dia Mundial Sem Carro (22/09).

O levantamento vai ajudar na elaboração do projeto definitivo da ciclofaixa, que deve ser construída até o fim do ano. [Jornal O Fluminense, 2015]

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A solução definitiva nunca foi implementada, apesar do elevado número de bicicletas que trafegam diariamente neste trecho. Não existe sequer sinalização (placas) indicando a presença de ciclistas na via ou determinando a redução de velocidade dos veículos motorizados. As condições enfrentadas pelos pedestres é ainda pior, sobretudo após o início das obras de construção de um shopping center no local.

Como resultado desta situação, temos diariamente nossos direitos negados, conflitos e vítimas. Muitas vítimas!

Uma delas foi a ciclista Paola (34 anos, advogada) que no dia 08/03/17 foi violentamente atropelada por um coletivo mas que apesar de sofrer um grave corte na cabeça e muitas escoriações pelo corpo, conseguiu sobreviver.

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A vítima fez um relato emocionado nas redes sociais que causou comoção e solidariedade entre os ciclistas da cidade e de todo o país.

“Logo após atravessar a Rua Dr. Celestino e seguir pela ciclovia fictícia, veio um ônibus da Viação Ingá, 31, buzinando insistentemente na minha traseira, naquela hora pedalei o mais rápido que podia para tentar alcançar logo a calçada do Hortifruti, já que naquele momento não tinha outra opção, mas inacreditavelmente o motorista jogou a lateral do ônibus para cima de mim que me pressionou junto a calçada, que como era alta não me derrubou imediatamente, assim fiquei batendo com minha cabeça e corpo por diversas vezes na lataria do ônibus até minha bicicleta entrar debaixo da roda e eu ser arremessada no chão…”

NÃO PODEMOS MAIS ESPERAR

Diante do silêncio da mídia local e da Prefeitura de Niterói, o Pedal Sonoro lançou um abaixo-assinado online para cobrar dos gestores municipais uma solução imediata, a fim de garantir o aumento da segurança dos ciclistas nesta via, para que atropelamentos como este não se repitam e que possamos pedalar com um mínimo tranquilidade, conforme garantido por LEIS FEDERAIS (Código de Trânsito Brasileiro / Plano nacional de Mobilidade Urbana).

Conheça os responsáveis diretos pela insegurança a que somos submetidos diariamente e destinatários deste abaixo-assinado, conforme o seu grau de responsabilidade:

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Rodrigo Neves (Prefeito), Axel Grael (Secretário Executivo e idealizador do programa Niterói de Bicicleta), Renato Barandier (Secretário de Urbanismo e Mobilidade) e Paulo Afonso Cunha (Presidente da NitTrans).

Cabe ressaltar que a atual gestão assinou a Carta Compromisso pela Mobilidade Ativa durante a campanha Bicicleta nas Eleições em 2016 mas, até o presente momento, não implementou nenhuma das 10 propostas, incluindo a de “implantar, com urgência, a conexão cicloviária Zona Sul – Centro – Zona Norte (Avenidas Marquês de Paraná – Jansen de Melo), por meio de estrutura segregada do trânsito de veículos motorizados.”

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Contamos com a sua colaboração, assim como de iniciativas e organizações, para reunirmos o maior número de assinaturas possíveis em uma semana para exigirmos, juntos, uma solução imediata junto à Prefeitura de Niterói para esta situação dramática.

ASSINE E COMPARTILHE!

Pedestres e ciclistas: compartilhar é possível

Uma cidade para pessoas deve ser acessível, segura, compartilhada, ativa e coletiva, sendo necessária a democratização e distribuição harmônica do espaço viário, a implementação de velocidades compatíveis com toda a diversidade de pessoas, a integração entre os diferentes modos de transporte e o compartilhamento das infraestruturas. Garantindo-se essas características, é possível transformar ruas em lugares de convivência seguros, confortáveis e inclusivos para todos os meios de transporte e para todas as pessoas.

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Muitas ciclovias e ciclofaixas já são utilizadas por pedestres, com destaque para pessoas idosas, com deficiência ou mobilidade reduzida, catadores, pessoas com carrinho de bebê ou carrinho de feira. Trata-se de uma realidade que nem sempre está garantida por lei, mas que deve ser incorporada às políticas públicas.

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SEGURANÇA

A redução dos limites de velocidade das vias para valores compatíveis com as velocidades das pessoas é uma medida fundamental para melhorar a segurança viária e salvar vidas. Além de ser um modo eficiente para evitar ocorrências, também ajuda a amenizar sua severidade, garantindo a integridade daqueles que caminham e pedalam pelas cidades.

COMPARTILHAMENTO

Apesar das diferenças das necessidades particulares de cada modo de transporte, é possível e desejável que as infraestruturas para o caminhar e o pedalar possam ser compartilhadas pelos modos ativos. Mesmo quando não compartilham o mesmo espaço, a relação entre eles é mutuamente benéfica. Muitas vezes a calçada abriga espaços dedicados a ciclistas – como paraciclos -, e a presença de ciclovias melhora a experiência do pedestre ao trazer um maior distanciamento do fluxo de veículos motorizados.

Para acessar o infográfico completo, clique aqui

Bicicleta e Saúde Pública #01

Pedalar é, sem dúvida, a atividade física perfeita para promover a saúde das pessoas, das comunidades e do planeta. Quanto mais pessoas deixam de comprar e usar carros nas cidades e passam a usar a bike em seus deslocamentos diários, melhor é a qualidade do ar local, além de contribuírem para mitigar a mudança do clima.

Ao pedalar, as pessoas se beneficiam física e mentalmente, diminuindo o risco de sofrer e morrer de doenças cardiovasculares, diabetes, vários tipos de câncer, depressão, entre outras doenças.

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Por que integrar as políticas de saúde pública com políticas de promoção de mobilidade por bicicleta?

Bike como meio de transporte não deixa de ser exercício físico, trazendo benefícios para a saúde física e mental das pessoas e aumento da expectativa de vida;

Mesmo em cidades poluídas, os benefícios de pedalar são maiores que os danos causados pela eventual exposição à poluição durante o exercício;

Melhoria na saúde mental;

Menos congestionamentos, menos estresse e mais tempo para outras atividades
Ruas mais agradáveis à circulação de pessoas e maior interação social;

Redução da poluição atmosférica e sonora Redução de acidentes e mortes de trânsito;

Combate ao sedentarismo infantil;

Redução de faltas no trabalho por motivos de saúde;

Redução de pessoas trabalhando doentes, gerando perda de produtividade, saúde debilitada, exaustão e surtos de epidemias no ambiente de trabalho.

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imagem: O Globo Niterói

A bicicleta como fator de melhoria da saúde

Melhora equilíbrio, força muscular, flexibilidade e coordenação motora;

Controle de peso e combate à obesidade, inclusive infantil Transporte ativo por bicicleta pode ser praticado por pessoas;

de todas as idades por ser um exercício de baixo impacto;

Saúde mental: como qualquer exercício físico, pedalar ajuda a combater a depressão, estresse e ansiedade.

 

Incentivar o maior número possível de trabalhadores a pegar a bicicleta precisa se transformar em uma prioridade máxima para os municípios e governos. Estudo publicado em abril de 2017 no British Medical Journal com 263.450 pessoas constatou que aquelas que iam para o trabalho pedalando tiveram um risco 52% menor de morrer de doença cardíaca e um risco 40% menor de morrer de câncer. Além disso, o risco de desenvolver uma doença cardíaca foi 46% inferior, e o de desenvolver câncer, 45% menor. Caminhar para o trabalho não estava associado com um menor risco de morrer por nenhuma dessas causas. Ou seja, pedalar é mais benéfico que andar.

 

Para acessar o material completo da campanha Bicicleta nos Planos, clique aqui

 

Projeto da Marquês de Paraná segue desconhecido pelos ciclistas

Ao que tudo indica, a conexão cicloviária que será implantada pela Prefeitura de Niterói a partir do mês dezembro, através de outorga onerosa em função de um grande shopping center na Av. Marquês de Paraná, apresenta 2 problemas cruciais: a exclusão da Zona Norte e a opção pela calçada compartilhada.

ZONA NORTE EXCLUÍDA

Contrariando o que foi ao prometido pela própria prefeitura, ao longo dos últimos anos, o projeto (ainda desconhecido por nós) não contempla a Zona Norte. Nada foi dito sobre a Av. Jansen de Melo e a conexão da Av. Amaral Peixoto à Rua São Lourenço, via com ciclofaixa e grande presença de ciclistas. Confira, abaixo, as promessas da prefeitura:

Interligar Região Oceânica, Praias da Baía de Guanabara, Zona Norte e Pendotiba com a malha de ciclovias.

Campanha Eleitoral 2012: Rodrigo Neves / Axel Grael

Entregar a malha cilcoviária pronta e completa ligando a Zona Norte e a Zona Sul à Marques do Paraná até o final do ano de 2015

Audiência Pública / Sistema Cicloviário (06/08/15)

Esta ciclofaixa vai ligar a ciclovia da Avenida Roberto Silveira à da Rua São Lourenço, facilitando o acesso tanto dos ciclistas da Zona Sul, como os da Zona Norte, ao Centro da cidade. O funcionamento provisório servirá como teste para a futura implantação de infraestrutura cicloviária permanente nesta via.

Guia de Niterói (31/08/2015)

Agora, assista à fala do prefeito Rodrigo Neves no dia do aniversário da cidade (22/11/17), durante a solenidade de assinatura do contrato para o início das obras.

CICLOVIA OU CALÇADA COMPARTILHADA?

De acordo com a imagem do banner utilizada na própria apresentação e  uma outra imagem que circula na internet, tudo leva a crer que os planos desta gestão é implantar uma calçada compartilhada no local ao invés da ciclovia, conforme prometido e anunciado nos meios de comunicação ao longo dos últimos anos.

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reprodução / banner
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reprodução / internet

Recentemente postamos em nosso blog a visita técnica que fizemos às obras da TransOceânica e demostramos, na prática, que além de contraiar a definição de ciclovia do Código de Trânsito Brasileiro, a calçada compartilhada NÃO ATENDE à circulação dos ciclistas da cidade. 

MOBILIZAÇÃO

Na semana passada solicitamos ao programa Niterói de Bicicleta, copiando diversas iniciativas e associações, o projeto executivo desta intervenção. No entanto, recebemos como resposta que o nosso pedido seria encaminhado à Secretaria de Mobilidade e Urbanismo (SMU), a responsável pela obra (e-mail abaixo).

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A partir desta segunda feira, cobraremos dos mandatos que assumiram o compromisso legislativo pela mobilidade ativa em 2016 que encaminhem ofícios e/ou indicações legislativas à SMU solicitando, em regime de urgência, o projeto executivo para que este seja finalmente conhecido pelos ciclistas da cidade.

Aguardem as cenas dos próximos capítulos.

Compartilhe este post e colabore na mobilização!

 

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Visita Técnica / TransOceânica [vídeo]

O site da TransOcênica / Prefeitura de Niterói oferece a possibilidade do cidadão acompanhar, através de um mapa interativo, o andamento da maior obra de mobilidade da história da cidade

Segundo estas informações oficiais, alguns trechos encontram-se finalizados, enquanto outros, estariam quase concluídos. Este é o caso, por exemplo, dos trechos entre a Praça do Cafubá e a Rótula do DPO (100%) e o Mercado Diamante à Rótula da Avenida Central (92%).

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mapa interativo / transoceanica.com

Diante dos relatos que recebemos de ciclistas da região e as frequentes denúncias nas redes sociais a respeito da condição enfrentada pelos ciclistas, realizamos no último sábado (04/11) uma visita técnica à TransOceânica em que documentamos o andamento das obras e também conversamos com moradoras e moradores que pedalam diariamente na Região Oceânica.

Assista abaixo, trecho a trecho, o resultado de nossa visita!

600m | 100% CONCLUÍDO

ciclovia sobre calçada / pista compartilhada / calçada compartilhada

1.600m | 99% CONCLUÍDO

ciclovia sobre calçada / calçada compartilhada

2.300m | 53% CONCLUÍDO

pista compartilhada nas ruas internas Manuel Pacheco de Carvalho

e Delfina de Jesus / calçada compartilhada

650m | 92% CONCLUÍDO

calçada compartilhada / pista compartilhada nas ruas internas

Prof. Alice Picanço e Jéferson Rocha

1.000m | 100% CONCLUÍDO

calçada compartilhada / ciclovia sobre calçada

Em nossa visita constamos que a infraestrutura cicloviária que está sendo implantada ao longo da TransOceânica, por diversos motivos, não vai atender às necessidades dos ciclistas e não garantirá a utilização da bicicleta como meio de transporte na região, contariando a expectativa de milhares de moradores.

Contamos com todas e todos para a repercussão deste material a fim de pressionarmos a Prefeitura de Niterói para, na medida do possível, uma vez que muitos trechos constam como finalizados, realizar as adequações necessárias para melhorar as condições da ciclomobilidade na Região Oceânica de Niterói.