Av. Marquês de Paraná segue sem segurança

Já se passaram mais de 45 dias desde o atropelamento da ciclista Paola Barrozo por um coletivo na Av. Marquês de Paraná e de outros dois atropelamentos em 48h, fatos que geraram uma grande indignação e mobilização entre os ciclistas de Niterói porém, até o momento, quase nada foi feito pela Prefeitura de Niterói para aumentar a segurança de quem pedala nesta via.

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Logo após atravessar a rua Dr. Celestino e seguir pela ciclovia fictícia, veio um ônibus da viação Ingá, 31, buzinando insistentemente na minha traseira, naquela hora pedalei o mais rápido que podia para tentar alcançar logo a calçada do Hortifruti, já que naquele momento não tinha outra opção, mas inacreditavelmente o motorista jogou a lateral do ônibus para cima de mim que me pressionou junto a calçada, que como era alta não me derrubou imediatamente, assim fiquei batendo com minha cabeça e corpo por diversas vezes na lataria do ônibus até minha bicicleta entrar debaixo da roda e eu ser arremessada no chão. (Paola Barrozo)

 

Os relatos das vítimas postados nas redes sociais motivaram a criação de um abaixo-assinado que repercutiu nos meios de comunicação e a elaboração de ofícios e indicações legislativas ao poder público, cobrando uma solução imediata da prefeitura a fim de garantir a segurança dos ciclistas, direito assegurado pelo Código de Trânsito Brasileiro. Dentre as propostas indicadas, destacam-se:

  1. sinalização ostensiva, indicando a presença de ciclistas na via;
  2. redução da velocidade na via;
  3. fiscalização eletrônica de velocidade;
  4. infra estrutura temporária (ciclofaixa na reversível)

 

Este trecho da Av. Marquês de Paraná com apenas 1.2km é conexão fundamental entre as Zonas Norte/Sul e o centro da cidade que, segundo contagem de ciclos realizada em set/2016 pelo grupo Mobilidade Niterói, apresentou uma média de 280,5 vidas/hora. Cabe lembrar que a atual gestão reeleita, sob o comando do prefeito Rodrigo Neves, prometeu uma infra-estrutura cicloviária definitiva no local para o ano de 2015.

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Recentemente estivemos na Av. Marquês de Paraná e verificamos a instalação de 3 simples placas com a imagem de uma bicicleta, apenas no trecho entre a R. Doutor Celestino e Av. Roberto Silveira, e no sentido Zona Sul. Tal sinalização não existe no sentido Centro/Zona Norte. Também chegou ao nosso conhecimento a retomada da ciclofarsa de cones, uma operação da NitTrans absolutamente mal executada e ineficaz no sentido de garantir a segurança dos ciclistas.

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Acreditamos que esta medida foi adotada apenas para dar uma satisfação à sociedade, pois estas placas não comunicam nada aos motoristas e algumas estão escondidas sob as árvores. NADA MUDOU neste perigoso trecho!

Sempre defendemos junto à Prefeitura de Niterói, seja na sinalização ou nas poucas pseudos campanhas educativas realizadas, mensagens diretas e objetivas que sejam capaz de gerar alguma mudança de comportamento dos condutores:

ATENÇÃO: CICLISTAS NA VIA

RESPEITE 1,5m

PRIORIDADE DO CICLISTA

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Por que não pode ser assim? Pra reversível tem, né…

Cabe ressaltar que o Código de Trânsito Brasileiro (1996) municipaliza a gestão do trânsito e determina que o prefeito, secretários e gestores são diretamente responsáveis por assegurar o seu direito, seja ele caminhar, pedalar ou queimar óleo.

Estes são os responsáveis diretos por esta situação e pela sua insegurança cotidiana nas ruas de Niterói (por grau de responsabilidade):

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Prefeito Rodrigo Neves | Secretário Executivo Axel Grael

Secretário de Imobilidade e Urbanismo – Renato Barandier

Poeta e Presidente da NitTrans – Coronel PM Paulo Afonso Cunha

 

CONTAMOS COM A SUA PARTICIPAÇÃO: a omissão e o descaso desta gestão já foram longe demais. A próxima vítima pode ser você!

ASSINE E COMPARTILHE o abaixo-assinado (é somente até domingo) e faça circular esta informação nas suas redes sociais e de contatos.

 

 

 

Um comentário sobre “Av. Marquês de Paraná segue sem segurança

  1. Bom, pra mim, é fácil, fácil de resolver esta questão. É só não votar nele nunca mais. Aliás, não só isso, tem que não votar nos candidatos dos três últimos partidos dele (PT (1996-2016), PV (2016-2017) e PDT (desde 2017)), assim como não votar no candidato para o qual ele vai trabalhar como coordenador da campanha (no caso, para o “Tiro” Gomes, à presidência da República agora em 2018). Aproveitar para não votar em qualquer um que tenha ficado de “Papagaio de Pirata” dele no último ano (já que, certamente, será o poste que ele vai tentar eleger). Viram, daí o problema vai ser resolvido. Como? Vamos colocar políticos que tenham compromisso com os nossos interesses lá na prefeitura. É simples assim. Entenderam?

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