CicloExperiência 2018: programação

Olá galera! Segue a programação completa da CicloExperiência 2018. Cabe lembrar que a programação ainda pode sofrer pequenos ajustes para incluirmos eventualmente alguma nova atividade. Sejam bem vindxs!

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10h | Eventos Rio 2018: Velocity, Bicicultura, e 100gurias100medo (Gabriela Binatti e Zé Lobo/Transporte Ativo e Naomi Orton/100gurias100medo)

11h | Ciclismo de Alto Rendimento (Cláudio Santos/Amazonas Bike)

11h30 | Paraciclismo no Brasil para todos (Edson Nascimento/Equipe Assim Saúde)

12h | Rio Por Inteiro: mobilidade e mobilização (Vitor Mihessen/Casa Fluminense)

14h | Bicicleta Nos Planos (André Geraldo Soares/UCB-União de Ciclistas do Brasil – Florianópolis/SC e Rogério Gama/SMU-Secretaria Municipal de Urbanismo e Mobilidade)

15h | ACERJ – Associação de Ciclistas de Estado do Rio de Janeiro (Marcelo Leal / Ativo Sports)

16h | Sustentabilidade (Keny Tanizaki/UFF, Isa Boechat/Lix Soluções Sustentáveis)

17h | La Frida: Preta, vem de Bike! (Lívia Suarez / coletivo La Frida – Salvador-BA)

OBS: acessível em LIBRAS – Lingua Brasileira de Sinais

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08h30, 09h30 e 10h30 | Acolhida Rare Trip Cicloturismo (Praça Araribóia)

10/13h | Escola Bike Anjo (EBA) + Jogos de Bicicleta (atividade infantil)

11h | Mecânica de Bici p/ Mulheres (BiciPersé)

11h | Plaquinhas artesanais para bicicleta (Pedal Sonoro)

12h | Mecânica Básica de Bicicleta (Bike Haus)

15h | Calçada Cilada (CaminhaRio)

15h | Mecânica Básica de Bicicleta (Garage Bike)

15/16h | Bambolê com o coletivo O Círculo

16h | Pimp Your Bike – customização de bicicletas (Marina Prada/Ateliê Bike Crochê – Recife/PB)

16h | Ciclo Orçamentário (MobiRio)

19h | Bicicletada Musical (Pedal Sonoro)

20h | Festa de Confraternização no Cicloponto Icaraí (calçadão da praia, em frente à Reitoria/UFF)

Ao Longo de todo o dia: Ciclofeira (gastronomia, moda e acessórios) / Exposição e econtro de Bicicletas Antigas / Webrádio Pedal Sonoro / Sarau Coletivo Com Versar / Coletivo Audiovisual Bicho do Mato/UFF / Retirada de recompensas da campanha de crowdfunding na barraquinha do Pedal Sonoro

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11h | Cicloturismo

11h | Ciclovia da  Marquês de Paraná – Trecho Norte Amaral Peixoto e São Lourenço (Niterói de Bicicleta)

12h | Ciclomobilidade e Genero (100 Gurias 100 medo, La Frida, Pedal Maravilha, Pedal Sonoro)

15h | Lutas Urbanas (Casa Fluminense, Coletivo Virginia Bicudo, Fórum de Políticas Urbanas, Lagoa Para Sempre, MobiRio, Pedal Sonoro)

15h | Entregas de Bicicleta (Courrier)

16h | Bicicleta No Subúrbio (Piratas de Bici)

16h | Grupos de Pedal (Papo de Bicicleta, São Gonçalo Bike Clube, Santa Izabel Bike Clube, Ciclistas de Niterói, Amigos do Pedal/São Fidélis)

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09h | Elias Rosa – ATMA

11h | Duo Instrumental c/ Marcelo Nestler e Fábio Muniz

13h | Plá Curitiba

15h | Tomba Dub

18h | Lorena Gomes & Desirée Brito

Rádio Pedal Sonoro

O coletivo Pedal Sonoro lançará a sua web radio nesta segunda-feira (16/04)!

A iniciativa tem como objetivo levar 24h por dia música de qualidade e informação relevante para os ciclistas urbanos da região metropolitana do Rio de Janeiro.

Durante a CicloExperiência 2018, a Rádio Pedal Sonoro estará presente e fará uma cobertura completa do encontro com reportagem, transmissões ao vivo e muito mais.

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Para colaborar com a nossa programação, grave um áudio no seu celular (gravador e/ou whatsapp) e envie para pedalsonoro@gmail.com. O áudio deve ser gravado em um ambiente silencioso e ter no máximo 30s. Contamos com você!

SE APRESENTE (nome, idade e/ou profissão, cidade)

ESCOLHA APENAS UMA DAS OPÇÕES ABAIXO (se desejar, grave mais de uma versão):

fale sobre a sua relação pessoal com a bicicleta (desde quando e porque você pedala, que tipo de utilização você faz: transporte, lazer ou esporte, se você participa de grupos de ciclismo ou frequenta pedaladas, etc)

fale sobre a sua relação com o Pedal Sonoro (o que você acha da iniciativa, desde quando frequenta, etc)

fale sobre as condições de pedalar em sua cidade (vantagens, dificuldades, o que pode melhorar, etc)

faça um convite para a CicloExperiência 2018 (sábado, 21 de abril, a partir de 9h da manhã no Teatro Popular Oscar Niemeyer em Niterói)

CicloExperiência 2018: DESAFIO #01

Participe do DESAFIO #01 da CicloExperiência 2018 e concorra a uma camisa do Pedal Sonoro + 2 adesivos CicloExp!

Para participar do sorteio é muito simples, basta marcar 3 amigo/as que curtem a cultura da bicicleta na timeline do evento até às 23h59 desta terça-feira (10/08).

OBS: o resultado do sorteio será divulgado ainda esta semana e a retirada dos brindes será feita na barraquinha do Pedal Sonoro durante a CicloExperiência 2018.

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para acessar o evento no facebook, clique aqui

na timeline do evento: clique em discussão, publicar e/ou escreva algo

marque 3 amigo/as (ex: @ciclana)

Acompanhe o resultado e boa sorte!

 

 

 

 

 

Você decide: Eric Clapton x Stevie Wonder

O coletivo Pedal Sonoro promove uma enquete no facebook para escolher o homenageado de nossa próxima bicicletada musical: Eric Clapton x Stevie Wonder!

A escolha não é nada fácil, uma vez que ambos são grandes músicos com décadas de carreira. Saiba mais e faça (na medida do possível) sua escolha!

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Embora o seu estilo musical tenha variado ao longo de sua carreira, Clapton sempre teve as suas raízes ligadas ao blues. Clapton foi considerado inovador pelos críticos em várias fases distintas de sua carreira, atingindo sucesso tanto de crítica quanto de público e tendo várias canções listadas entre as mais populares de todos os tempos, tais como “Layla“, “Wonderful Tonight” e a regravação de “I Shot the Sheriff“, de Bob Marley.

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saiba mais

 

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Um dos maiores músicos da contemporaneidade, iniciou a carreira muito cedo. Assinou contrato com a Tamla Records, selo da Motown Records aos onze anos e continua com a mesma até hoje. Gravou mais de trinta sucessos que alcançaram o top ten e ganhou vinte e cinco Grammy Awards, o maior número já ganho por um artista masculino na história.

Contamos com a sua participação e informaremos a data da bicicletada em breve!

fonte: wikipedia

 

Ciclistas exigem uma solução imediata para a Av. Marquês de Paraná

A conexão cicloviária na Av. Marquês de Paraná – trajeto obrigatório entre os bairros e o centro – foi prometida aos ciclistas pela Prefeitura de Niterói ainda em 2015, ocasião em que foi testada (com sucesso) uma ciclofaixa provisória no contra-fluxo que operou durante algumas poucas semanas e foi suspensa justamente no Dia Mundial Sem Carro (22/09).

O levantamento vai ajudar na elaboração do projeto definitivo da ciclofaixa, que deve ser construída até o fim do ano. [Jornal O Fluminense, 2015]

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A solução definitiva nunca foi implementada, apesar do elevado número de bicicletas que trafegam diariamente neste trecho. Não existe sequer sinalização (placas) indicando a presença de ciclistas na via ou determinando a redução de velocidade dos veículos motorizados. As condições enfrentadas pelos pedestres é ainda pior, sobretudo após o início das obras de construção de um shopping center no local.

Como resultado desta situação, temos diariamente nossos direitos negados, conflitos e vítimas. Muitas vítimas!

Uma delas foi a ciclista Paola (34 anos, advogada) que no dia 08/03/17 foi violentamente atropelada por um coletivo mas que apesar de sofrer um grave corte na cabeça e muitas escoriações pelo corpo, conseguiu sobreviver.

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A vítima fez um relato emocionado nas redes sociais que causou comoção e solidariedade entre os ciclistas da cidade e de todo o país.

“Logo após atravessar a Rua Dr. Celestino e seguir pela ciclovia fictícia, veio um ônibus da Viação Ingá, 31, buzinando insistentemente na minha traseira, naquela hora pedalei o mais rápido que podia para tentar alcançar logo a calçada do Hortifruti, já que naquele momento não tinha outra opção, mas inacreditavelmente o motorista jogou a lateral do ônibus para cima de mim que me pressionou junto a calçada, que como era alta não me derrubou imediatamente, assim fiquei batendo com minha cabeça e corpo por diversas vezes na lataria do ônibus até minha bicicleta entrar debaixo da roda e eu ser arremessada no chão…”

NÃO PODEMOS MAIS ESPERAR

Diante do silêncio da mídia local e da Prefeitura de Niterói, o Pedal Sonoro lançou um abaixo-assinado online para cobrar dos gestores municipais uma solução imediata, a fim de garantir o aumento da segurança dos ciclistas nesta via, para que atropelamentos como este não se repitam e que possamos pedalar com um mínimo tranquilidade, conforme garantido por LEIS FEDERAIS (Código de Trânsito Brasileiro / Plano nacional de Mobilidade Urbana).

Conheça os responsáveis diretos pela insegurança a que somos submetidos diariamente e destinatários deste abaixo-assinado, conforme o seu grau de responsabilidade:

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Rodrigo Neves (Prefeito), Axel Grael (Secretário Executivo e idealizador do programa Niterói de Bicicleta), Renato Barandier (Secretário de Urbanismo e Mobilidade) e Paulo Afonso Cunha (Presidente da NitTrans).

Cabe ressaltar que a atual gestão assinou a Carta Compromisso pela Mobilidade Ativa durante a campanha Bicicleta nas Eleições em 2016 mas, até o presente momento, não implementou nenhuma das 10 propostas, incluindo a de “implantar, com urgência, a conexão cicloviária Zona Sul – Centro – Zona Norte (Avenidas Marquês de Paraná – Jansen de Melo), por meio de estrutura segregada do trânsito de veículos motorizados.”

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Contamos com a sua colaboração, assim como de iniciativas e organizações, para reunirmos o maior número de assinaturas possíveis em uma semana para exigirmos, juntos, uma solução imediata junto à Prefeitura de Niterói para esta situação dramática.

ASSINE E COMPARTILHE!

CicloExperiência 2018: proposta de atividade

Estão abertas as inscrições para propostas de atividades (rodas de conversa, oficinas, cicloações, etc), para somar na programação da Ciclo Experiência 2018!

O encontro acontecerá no dia 21/04 no Teatro Popular Oscar Niemeyer em Niterói, a partir de 9h da manhã.

A CicloExperiência 2018 é uma atividade GRATUITA e SEM FINS LUCRATIVOS do coletivo Pedal Sonoro que, juntamente com outras iniciativas e parceiros, propõe reflexões e práticas diretamente relacionadas ao ciclismo, em todas as suas vertentes.

A programação contará com diversas ações, ciclofeira, oficinas, painéis, palestras, exibição de vídeos, etc. Para encerrarmos este grande dia, será promovida uma bicicletada musical, seguida por uma grande confraternização.

Desde 2014, já realizamos 3 edições da CicloExperiência, sempre financiadas pelos nossos próprios recursos e possíveis apenas devido à parcerias.

Nossa última edição em 2017, levou mais de 500 pessoas de todas as classes sociais ao Museu do Ingá. Em 2018, vamos realizar uma edição simplesmente inesquecível, se possível, com a presença de iniciativas de outros estados!

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Pessoas, iniciativas e coletivos que desejarem propor alguma atividade durante a CicloExperiência 2018, favor responder ao formulário abaixo:

 

 

 

CicloExperiência 2018: chamada de expositores

Estão abertas as inscrições para a feira de gastronomia, moda e acessórios da Ciclo Experiência 2018!

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O encontro acontecerá no dia 21/04 no Teatro Popular Oscar Niemeyer em Niterói, ao longo de todo o dia, das 9h às 18h (horário a confirmar).

A CicloExperiência 2018 é uma atividade GRATUITA e SEM FINS LUCRATIVOS do coletivo Pedal Sonoro que, juntamente com outras iniciativas e parceiros, propõe reflexões e práticas diretamente relacionadas ao ciclismo, em todas as suas vertentes.

A programação contará com diversas ações, ciclofeira, oficinas, painéis, palestras, exibição de vídeos, etc. Para encerrarmos este grande dia, será promovida uma bicicletada musical, seguida por uma grande confraternização.

Desde 2014, já realizamos 3 edições da CicloExperiência, sempre financiadas pelos nossos próprios recursos e possíveis apenas devido à parcerias.

Nossa última edição em 2017, levou mais de 500 pessoas de todas as classes sociais ao Museu do Ingá. Em 2018, vamos realizar uma edição simplesmente inesquecível, se possível, com a presença de iniciativas de outros estados!

Se você é um(a) empreendedor(a) local e deseja participar da ciclofeira, observe as informações abaixo e, em seguida, preencha o formulário de inscrição:

  1. O valor da inscrição é R$50,00 (cinquenta reais) e o prazo limite é 10/03;
  2. O pagamento desta contribuição deverá ser realizado até o dia 05/04. Só haverá reembolso na hipótese de adiamento ou cancelamento da atividade;
  3. Os expositores serão selecionados em função dos produtos, a maneira de exposição (bicicletas terão prioridade) e a ordem de inscrição. Durante este processo, evitaremos a concorrência direta, mas não será garantida exclusividade;
  4. Os apoiadores da CicloExperiência que contribuíram (ou contribuirem – ainda dá tempo!) com uma cota de R$250 terão prioridade e, eventualmente, exclusividade na comercialização de determinado produto;
  5. A estrutura necessária para as vendas (bicicleta, mesa, barraquinha, etc) é de responsabilidade do expositor ou poderá ser fornecida pela produção mediante o pagamento de uma taxa a ser definida (orçamento em andamento);
  6. A montagem deverá ocorrer, sem atrasos, em horário e local previamente determinados pela produção;
  7. A ciclofeira é apenas parte da CicloExperiência, portanto, o número de expositore(a)s será limitado.

 

Contamos com a sua presença! #CicloExp2018 #FaçaParte

Pedestres e ciclistas: compartilhar é possível

Uma cidade para pessoas deve ser acessível, segura, compartilhada, ativa e coletiva, sendo necessária a democratização e distribuição harmônica do espaço viário, a implementação de velocidades compatíveis com toda a diversidade de pessoas, a integração entre os diferentes modos de transporte e o compartilhamento das infraestruturas. Garantindo-se essas características, é possível transformar ruas em lugares de convivência seguros, confortáveis e inclusivos para todos os meios de transporte e para todas as pessoas.

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Muitas ciclovias e ciclofaixas já são utilizadas por pedestres, com destaque para pessoas idosas, com deficiência ou mobilidade reduzida, catadores, pessoas com carrinho de bebê ou carrinho de feira. Trata-se de uma realidade que nem sempre está garantida por lei, mas que deve ser incorporada às políticas públicas.

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SEGURANÇA

A redução dos limites de velocidade das vias para valores compatíveis com as velocidades das pessoas é uma medida fundamental para melhorar a segurança viária e salvar vidas. Além de ser um modo eficiente para evitar ocorrências, também ajuda a amenizar sua severidade, garantindo a integridade daqueles que caminham e pedalam pelas cidades.

COMPARTILHAMENTO

Apesar das diferenças das necessidades particulares de cada modo de transporte, é possível e desejável que as infraestruturas para o caminhar e o pedalar possam ser compartilhadas pelos modos ativos. Mesmo quando não compartilham o mesmo espaço, a relação entre eles é mutuamente benéfica. Muitas vezes a calçada abriga espaços dedicados a ciclistas – como paraciclos -, e a presença de ciclovias melhora a experiência do pedestre ao trazer um maior distanciamento do fluxo de veículos motorizados.

Para acessar o infográfico completo, clique aqui

Rodrigo Neves: Sem Compromisso

Após mais de um ano, o prefeito reeleito Rodrigo Neves segue negligenciando o compromisso assumido junto aos ciclistas e a população de Niterói durante a campanha eleitoral de 2016.

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A campanha Bicicleta nas Eleições, realizada pelo Pedal Sonoro com o apoio de diversos atores sociais da cidade, apresentou aos candidatos a Carta Compromisso pela Mobilidade Ativa. O documento contém 10 propostas para a melhoria da mobilidade urbana e foi assinado por todos os candidatos durante uma bicicletada em 11/09/16, oportunidade em que estes se comprometeram em colocá-las em prática caso fossem eleitos (ou reeleito).

Saiba mais na matéria de O Globo

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Rodrigo Neves (PV/PDT), Daniele Bornia (PSTU). Flávio Serafini (PSOL) e Felipe Peixoto (PSB)

Dentre os compromissos asumidos, destacam-se:

Implantar, com urgência, a conexão cicloviária Zona Sul – Centro – Zona Norte (Avenidas Marquês de Paraná – Jansen de Melo), por meio de estrutura segregada do trânsito de veículos motorizados;

Adotar as medidas necessárias para “acalmar” o trânsito, como a redução de velocidade máxima das vias de acordo com a OMS, implantação de “zonas 30”, instalação de rotatórias, de faixas de pedestre elevadas, de sinalização etc. Na engenharia e operação do trânsito, dar prioridade absoluta à preservação da vida;

Realizar, periodicamente, em todas as regiões da cidade, campanhas de educação / conscientização para o trânsito, direcionadas a motoristas (profissionais ou não), ciclistas e pedestres, informando objetivamente seus direitos e deveres. Elaborar campanhas voltadas para a sociedade, esclarecendo os ganhos sociais proporcionados pela mobilidade ativa;

Criar as condições para que se realize fiscalização eficiente, utilizando-se das tecnologias disponíveis. Ampliar a participação da Guarda Municipal na fiscalização do trânsito.

Para acessar a carta na íntegra, clique aqui

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Até o presente momento ainda não fomos procurados ou recebidos pelo prefeito Rodrigo Neves, nem mesmo pelo secretário executivo e idealizador do programa Niterói de Bicicleta Axel Grael para discutirmos tais propostas.

Nenhuma das 10 propostas contidas na carta compromisso foi implementada por esta gestão, ainda que parcialmente.

O próprio programa Niterói de Bicicleta segue estagnado desde 2015, sem grandes realizações e incapaz de cumprir com um de seus papéis fundamentais: a simples interlocução entre os ciclistas e a Prefeitura de Niterói.

Contamos com você para cobrarmos este compromisso assumido por esta gestão, em prol de uma cidade para pessoas, onde os pedestres e ciclistas tenham a sua voz e segurança garantidas como cidadãos.

COMPARTILHE ESTA INFORMAÇÃO!

 

Bicicleta e Saúde Pública #01

Pedalar é, sem dúvida, a atividade física perfeita para promover a saúde das pessoas, das comunidades e do planeta. Quanto mais pessoas deixam de comprar e usar carros nas cidades e passam a usar a bike em seus deslocamentos diários, melhor é a qualidade do ar local, além de contribuírem para mitigar a mudança do clima.

Ao pedalar, as pessoas se beneficiam física e mentalmente, diminuindo o risco de sofrer e morrer de doenças cardiovasculares, diabetes, vários tipos de câncer, depressão, entre outras doenças.

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Por que integrar as políticas de saúde pública com políticas de promoção de mobilidade por bicicleta?

Bike como meio de transporte não deixa de ser exercício físico, trazendo benefícios para a saúde física e mental das pessoas e aumento da expectativa de vida;

Mesmo em cidades poluídas, os benefícios de pedalar são maiores que os danos causados pela eventual exposição à poluição durante o exercício;

Melhoria na saúde mental;

Menos congestionamentos, menos estresse e mais tempo para outras atividades
Ruas mais agradáveis à circulação de pessoas e maior interação social;

Redução da poluição atmosférica e sonora Redução de acidentes e mortes de trânsito;

Combate ao sedentarismo infantil;

Redução de faltas no trabalho por motivos de saúde;

Redução de pessoas trabalhando doentes, gerando perda de produtividade, saúde debilitada, exaustão e surtos de epidemias no ambiente de trabalho.

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imagem: O Globo Niterói

A bicicleta como fator de melhoria da saúde

Melhora equilíbrio, força muscular, flexibilidade e coordenação motora;

Controle de peso e combate à obesidade, inclusive infantil Transporte ativo por bicicleta pode ser praticado por pessoas;

de todas as idades por ser um exercício de baixo impacto;

Saúde mental: como qualquer exercício físico, pedalar ajuda a combater a depressão, estresse e ansiedade.

 

Incentivar o maior número possível de trabalhadores a pegar a bicicleta precisa se transformar em uma prioridade máxima para os municípios e governos. Estudo publicado em abril de 2017 no British Medical Journal com 263.450 pessoas constatou que aquelas que iam para o trabalho pedalando tiveram um risco 52% menor de morrer de doença cardíaca e um risco 40% menor de morrer de câncer. Além disso, o risco de desenvolver uma doença cardíaca foi 46% inferior, e o de desenvolver câncer, 45% menor. Caminhar para o trabalho não estava associado com um menor risco de morrer por nenhuma dessas causas. Ou seja, pedalar é mais benéfico que andar.

 

Para acessar o material completo da campanha Bicicleta nos Planos, clique aqui

 

Pedalzinho Sonoro | Pré Carnaval

Neste sábado (20/01), a partir de 15h, o Pedal Sonoro realizará mais uma edição do Pedazinho Sonoro – uma atividade voltada para o público infantil e suas famílias – com a temática de carnaval.

O Pedalzinho Sonoro acontece junto ao Centro Cultural Paschoal Carlos Magno no Campo de São Bento, a partir de 15h e contará com muita música, oficina de desenho, resgate de brincadeiras tradicionais (elástico, pique, amarelinha, etc) e muitas surpresas. Às 17h30, realizaremos a esperada bicicletada musical dentro do parque, ao som de sucessos que a molecada curte demais!

Confira, abaixo, algumas fotos de nossa última edição em novembro/2017

Imagens: Sâmela Loureiro Fotografia

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Bicicletas com rodinhas, velotrol, patinetes e mesmo carrinhos de bebê, são muito bem vindos: vamos estimular a mobilidade ativa e a conscientização no trânsito desde cedo para, num futuro, termos um trânsito mais seguro para todas e todos.

COLABORE NA MOBILIZAÇÃO: compartilhe este post e o evento no facebook, convide sua turma e divulgue na creche/escola do seu pequeno!

Observações:

todas as crianças deverão estar acompanhadas de seus responsáveis;

em caso de chuva, poderá ser remarcado;

FANTASIAS são muito bem vindas!

 

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CicloExperiência 2018: conheça a campanha de financiamento coletivo

 COLABORE a partir de R$15 e receba recompensas incríveis!

Crowdfunding da CicloExperiência 2018 entra na reta final: participe!

O que é a CicloExperiência?

A CicloExperiência é uma atividade GRATUITA do coletivo Pedal Sonoro que juntamente com outras iniciativas e parceiros, propõe reflexões e práticas diretamente relacionadas ao ciclismo, em todas as suas vertentes.

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O encontro acontecerá no mês de abril em Niterói e a programação contará com diversas ações, ciclo- feira, bici-rangos (bikes food), oficinas, painéis, palestras, exibição de vídeos, etc. Para encerrarmos este grande dia, será promovida uma bicicletada musical, seguida por uma grande confraternização.

Desde 2014, já realizamos 3 edições da CicloExperiência, sempre financiadas pelos nossos próprios recursos e apenas possíveis devido à parcerias e trabalho voluntário. Nossa última edição em 2017, levou mais de 500 pessoas ao Museu do Ingá!

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Assista os vídeos: Abril/2014   Maio/2014   Abril/2017

Em 2018, com a sua participação, vamos realizar uma edição simplesmente inesquecível, se possível, com a presença de iniciativas de outros estados!

Como funciona o financiamento coletivo (crowdfunding)?

O financiamento coletivo ou crowdfunding é uma excelente maneira de financiar uma ideia ou projeto, em que cada pessoa colabora com o quanto puder e em troca recebe recompensas!

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confira algumas das recompensas da campanha

Se a meta mínima de R$4.000,00 for atingida, a CicloExperiência acontece e todos os colaboradores recebem suas recompensas. Do contrário, não realizaremos a atividade e as contribuições serão devolvidas.

O que são as múltiplas metas?

A CicloExperiência será maior e mais qualificada de acordo com a arrecadação da campanha: cada meta alcançada garantirá uma programação mais completa!

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E como os recursos serão utilizados?

A CicloExperiência 2018, assim como todas as ações do Pedal Sonoro, é uma atividade sem fins lucrativos: 100% dos recursos serão utilizados para viabilizar a produção e garantir um evento de alto nível para ciclistas e simpatizantes!

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Por que a SUA PARTICIPAÇÃO é fundamental?

O Pedal Sonoro é um coletivo de ciclistas urbanos, sem fins lucrativos, integrado por voluntário(a)s, que tem como principais objetivos promover a utilização da bicicleta como meio de transporte e colaborar para a conscientização dos ciclistas a respeito de seus direitos e deveres.

Atuamos desde 2013 em Niterói e, desde então, já realizamos mais de 150 atividades relacionadas à ciclomobilidade, colaborando para a construção de uma cidade para pessoas.

Esta é a primeira que propomos o financiamento coletivo online(crowdfunding) de uma atividade. Acreditamos que esta seja uma grande oportunidade para realizarmos uma CicloExperiência sem precedentes em nossa cidade, levando informação e entretenimento a todas e todos!

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Para acessar a campanha na Benfeitoria, clique aqui

 

Pedal Sonoro | Woodstock

Nesta primeira edição de 2018, vamos revisitar o maior festival de música de todos os tempos: Woodstock!

Venha pedalar e ocupar as ruas da cidade ao som de Creedence, Graateful Dead, Janis Joplin, Joe Cocker, Jimi Hendrix, Santana, The Who e muito mais…

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Carlos Santana

Woodstock Music & Art Fair (conhecido informalmente como Woodstock ou Festival de Woodstock) foi um festival de música realizado entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969 na fazenda de Max Yasgur na cidade de Bethel, no estado de Nova York, Estados Unidos.

Anunciado como “Uma Exposição Aquariana: 3 Dias de Paz & Música”, o festival deveria ocorrer originalmente na pequena cidade de Wallkill, mas os moradores locais não aceitaram, o que levou o evento para a pequena Bethel, a uma hora e meia de distância.

O festival exemplificou a era da contracultura do final da década de 1960 e começo de 70. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante um fim de semana por vezes chuvoso, para 400 mil espectadores. Apesar de tentativas posteriores de reeditar o festival, o evento original provou ser único e lendário, reconhecido como um dos maiores momentos na história da música.

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The Jimi Hendrix Experience

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concentração: 9h da manhã | saída: 10h
CICLOPONTO ICARAÍ [calçadão da praia, em frente à Reitoria/UFF]

para acessar o evento no facebook, clique aqui

 

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CicloExperiência 2018: conheça a campanha de financiamento coletivo

 COLABORE a partir de R$15 e receba recompensas incríveis!

Pedal Sonoro: 4 anos

Em 2017, promovemos nada menos que 26 atividades GRATUITAS de ciclomobilidade e participamos de diversos eventos em Niterói, Rio de Janeiro e marcamos presença também no Bicicultura 2017, em Recife (PE).

Foram 18 bicicletadas musicais, 2 cineclubes, CicloMobiliTarde, Pedalzinho Sonoro, Mão na Roda – oficina colaborativa de mecânica e, claro, a fantástica CicloExperiência.

Chegou a hora celebrarmos juntxs mais um ano de muito trabalho e realizações!

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Para acessar o evento no facebook, clique aqui

PROGRAMAÇÃO

18h – Bicicletada musical ao som de Jazz / Rock Fusion pelas ruas de Icaraí e Santa Rosa, relembrando nossa primeira edição em dezembro de 2013, tendo como destino nossa confraternização no Cantinho da Batata.

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20h – Jazz ao vivo com Marcelo Nestler e Fábio Muniz

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22h – DJ Muru Santos

Estacionamento seguro e gratuito para sua bicicleta, desconto de 15% no consumo (com ou sem bici), exibição de videos e sorteio exclusivo de vários brindes para os colaboradores da CicloExperiência 2018.

Cantinho da Batata Niterói [Rua Ministro Otávio Kelly, 231 – Jardim Icaraí]

ENTRADA FRANCA!

Você é nosso(a) convidado(a) especial, contamos com a sua presença!

 

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CicloExperiência 2018: conheça a campanha de financiamento coletivo (crowdfunding) COLABORE a partir de R$15 e receba recompensas!

Pedal Sonoro | Retrospectiva 2017 [09/12]

Em 2017 promovemos nada menos que 26 atividades GRATUITAS de ciclomobilidade e participamos de diversos eventos em Niterói , Rio de Janeiro e do Bicicultura 2017 em Recife (PE).

Foram 18 bicicletadas musicais, 2 cineclubes, CicloMobiliTarde, Pedalzinho Sonoro, Mão na Roda – oficina colaborativa de mecânica e, claro, a CicloExperiência que reuniu mais de 500 pessoas no Museu do Ingá.

Para acessar todas as nossas atividades realizadas, clique aqui

Nada mais justo do que a gente recordar e celebrar mais um ano de muito trabalho e realizações. Seja bem vindo(a) ao último rolé do ano!

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Concentração às 17h / saída às 18h
Local: Cicloponto Icaraí [calçadão da praia, em frente à Reitoria/UFF]

Não é necessário inscrições nem cadastro, basta colar junto com a sua magrela!

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

1) Durante a bicicletada, observe e mantenha-se dentro do perímetro estabelecido pela equipe de apoio. Evite pedalar à frente ou atrás do pelotão. Respeite os limites das faixas de rolamento dos carros quando houver orientação;

2) Jamais pedale sobre as calçadas, ela é EXCLUSIVA dos pedestres;

3) Não pedale fazendo manobras, tirando fotos ou bebendo. Isso pode ocasionar um esbarrão em outros ciclistas, causando acidentes;

4) Durante o passeio, evite que se criem grandes espaços entre as bicicletas (buracos). Ao pedalarmos em um grupo compacto, evitamos que motos e carros consigam entrar no meio pelotão, colocando nossa segurança em risco;

5) Se você colaborar na formação de “rolhas”, procure ser simpáticx com xs motoristas;

6) A fim de evitarmos paradas desnecessárias, verifique as condições de sua bicicleta e, caso seja necessário, leve-a a um cicle da cidade. Nós indicamos o Garage Bike em Icaraí e o Bretas Bike Peças E Acessórios Ltda-Me no Largo da Batalha;

7) Não recomendamos que crianças menores de 10 anos e/ou ainda sem domínio da bicicleta participem pedalando. Contamos com a colaboração do pais / responsáveis.
Uma excelente pedalada a todas e todos!

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CicloExperiência 2018: conheça a campanha de financiamento coletivo (crowdfunding) COLABORE a partir de R$15 e receba recompensas!

NESTA QUINTA: colaboração em massa na campanha da CicloExperiência 2018

O Pedal Sonoro tem plena consciência da situação econômica complicada enfrentada pelo país e os seus impactos sobre nossas famílias. Ainda assim, contamos com a sua participação na campanha de financiamento coletivo online (crowdfunding) para realizarmos uma CicloExperiência 2018 simplesmente inesquecível!

Desde sua criação em 2013, com mais de 150 atividades realizadas gratuitamente, esta é a primeira vez em que o Pedal Sonoro propõe o crowdfunding de uma atividade.

Elegemos o dia 07/12, quando a campanha completa 3 semanas e a maioria das pessoas já recebeu os seus salários para, através deste EVENTO, realizarmos uma COLABORAÇÃO EM MASSA e alavancarmos a campanha.

Nesta oportunidade, através de parceiros como o Garage Bike e a Rare Trip Cicloturismo, proporcionaremos vantagens exclusivas para as colaborações nesta data, para além das recompensas já previstas na plataforma.

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A sua participação é fundamental para que possamos realizar esta edição inédita da CicloExperiência em Niterói, com a presença de coletivos e iniciativas também de outros estados.

Colabore a partir de R$15 e faça parte da CicloExperiência 2018!

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PARCEIROS DA CAMPANHA:  AmoBici, AzroMeiaZero, Beco da Bike, Bicicleta e Companhia, Bike Anjo Niterói, Bikers Rio Pardo, Caminha Rio, Cantinho da Batata, Ciclocidade, Ciclovia Invisíveis, Conselho Comunitário da Orla da Baía (CCOB), Ecoando – Ecologia & Caminhadas, Fórum de Transparência e Controle Social de Niterói, Garage Bike, La Frida, Mobilidade Niterói, MobiRio, Niterói Para Pessoas, Pedala Manaus, Pedalentos, Rare Trip Cicloturismo, Respeite Um Carro a Menos, Rodas da Paz, Transporte Ativo, TukRio, União de Ciclistas do Brasil (UCB), União Gonçalense de Ciclistas (UGC) e Vélo Vintage

Projeto da Marquês de Paraná segue desconhecido pelos ciclistas

Ao que tudo indica, a conexão cicloviária que será implantada pela Prefeitura de Niterói a partir do mês dezembro, através de outorga onerosa em função de um grande shopping center na Av. Marquês de Paraná, apresenta 2 problemas cruciais: a exclusão da Zona Norte e a opção pela calçada compartilhada.

ZONA NORTE EXCLUÍDA

Contrariando o que foi ao prometido pela própria prefeitura, ao longo dos últimos anos, o projeto (ainda desconhecido por nós) não contempla a Zona Norte. Nada foi dito sobre a Av. Jansen de Melo e a conexão da Av. Amaral Peixoto à Rua São Lourenço, via com ciclofaixa e grande presença de ciclistas. Confira, abaixo, as promessas da prefeitura:

Interligar Região Oceânica, Praias da Baía de Guanabara, Zona Norte e Pendotiba com a malha de ciclovias.

Campanha Eleitoral 2012: Rodrigo Neves / Axel Grael

Entregar a malha cilcoviária pronta e completa ligando a Zona Norte e a Zona Sul à Marques do Paraná até o final do ano de 2015

Audiência Pública / Sistema Cicloviário (06/08/15)

Esta ciclofaixa vai ligar a ciclovia da Avenida Roberto Silveira à da Rua São Lourenço, facilitando o acesso tanto dos ciclistas da Zona Sul, como os da Zona Norte, ao Centro da cidade. O funcionamento provisório servirá como teste para a futura implantação de infraestrutura cicloviária permanente nesta via.

Guia de Niterói (31/08/2015)

Agora, assista à fala do prefeito Rodrigo Neves no dia do aniversário da cidade (22/11/17), durante a solenidade de assinatura do contrato para o início das obras.

CICLOVIA OU CALÇADA COMPARTILHADA?

De acordo com a imagem do banner utilizada na própria apresentação e  uma outra imagem que circula na internet, tudo leva a crer que os planos desta gestão é implantar uma calçada compartilhada no local ao invés da ciclovia, conforme prometido e anunciado nos meios de comunicação ao longo dos últimos anos.

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reprodução / internet

Recentemente postamos em nosso blog a visita técnica que fizemos às obras da TransOceânica e demostramos, na prática, que além de contraiar a definição de ciclovia do Código de Trânsito Brasileiro, a calçada compartilhada NÃO ATENDE à circulação dos ciclistas da cidade. 

MOBILIZAÇÃO

Na semana passada solicitamos ao programa Niterói de Bicicleta, copiando diversas iniciativas e associações, o projeto executivo desta intervenção. No entanto, recebemos como resposta que o nosso pedido seria encaminhado à Secretaria de Mobilidade e Urbanismo (SMU), a responsável pela obra (e-mail abaixo).

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A partir desta segunda feira, cobraremos dos mandatos que assumiram o compromisso legislativo pela mobilidade ativa em 2016 que encaminhem ofícios e/ou indicações legislativas à SMU solicitando, em regime de urgência, o projeto executivo para que este seja finalmente conhecido pelos ciclistas da cidade.

Aguardem as cenas dos próximos capítulos.

Compartilhe este post e colabore na mobilização!

 

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CicloExperiência 2018: conheça a campanha de financiamento coletivo (crowdfunding) COLABORE a partir de R$15 e receba recompensas!

 

Pedal Sonoro | Diversidade

Neste sábado (25/11), a convite da organização da II Mostra de Arte e Cultura LGBT de Niterói, realizaremos nossa bicicletada musical em prol da diversidade e do respeito.

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Em nossa playlist não faltarão sucessos de artistas como Ney Matogrosso, George Michael, Cássia Eller, Queen, Sandra de Sá, Elton John, Liniker, Ricky Martin, Mart’nália e muitos outros artistas nacionais e internacionais!

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25/11 (SÁBADO) | Concentração às 16h no Cicloponto Icaraí

[calçadão da praia, em frente à Reitoria/UFF]

Confirme sua presença no evento (facebook) clicando aqui

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CicloExperiência 2018: conheça a campanha de financiamento coletivo (crowdfunding), COLABORE a partir de R$15 e receba recompensas!

 

CicloExperiência 2018: financiamento coletivo

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A CicloExperiência 2018 – um dia inteiro dedicado à cultura da bicicleta – é uma atividade do coletivo Pedal Sonoro que juntamente com outras iniciativas e parceiros, propõe reflexões e práticas diretamente relacionadas ao ciclismo, em todas as suas vertentes.

ACESSE A CAMPANHA, CLICANDO AQUI

A CicloExperiência 2018 acontecerá em Niterói, entre março/abril e a sua programação contará com ações, ciclo-feira, bici-rangos (bikes food), oficinas, painéis, palestras, exibição de vídeos e uma bicicletada musical seguida por uma grande confraternização.

Desde 2014, o coletivo Pedal Sonoro já realizou 3 edições da CicloExperiência. Em 2018 contamos com a sua colaboração para realizaremos uma edição inesquecível, se possível, com a participação de iniciativas e colegas de outros estados!

 

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CicloExperiência 2017 (Museu do Ingá)

Confira a repercussão da CicloExp2017 no Jornal O Fluminense

Após quase 4 anos de ações e atividades, este é o primeiro financiamento coletivo online (crowdfunding) do Pedal Sonoro.

O lançamento da campanha será no dia 16/11 (quinta feira)!

Optamos pela Benfeitoria pois já praticamos e acreditamos na cultura colaborativa e por que esta plataforma permite que, atingida a meta mínima, todos ganhem: realizaremos uma atividade gratuita, de grande importância para nossa cidade e os colaboradores, além de contribuírem diretamente para que isto seja possível, receberão recompensas.

ACESSE A CAMPANHA, CLICANDO AQUI

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O Pedal Sonoro é um coletivo de ciclistas urbanos, sem fins lucrativos, integrado por voluntario(a)s, que tem como principal objetivo: promover a utilização da bicicleta como meio de transporte e colaborar para a conscientização dos ciclistas a respeito de seus direitos e deveres. Saiba mais!

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PARCEIROS DA CAMPANHA: AmoBici, AzroMeiaZero, Bicicleta e Companhia, Bike Anjo Niterói, Bikers Rio Pardo, Cantinho da Batata, Ciclocidade, Ciclovia Invisíveis, Conselho Comunitário da Orla da Baía (CCOB), Ecoando – Ecologia & Caminhadas, Fórum de Transparência e Controle Social de Niterói, Garage Bike, La Frida, Mobilidade Niterói, MobiRio, Niterói Para Pessoas, Pedala Manaus, Pedalentos, Rare Trip Cicloturismo, Respeite Um Carro a Menos, Rodas da Paz, Transporte Ativo, TukRio, União de Ciclistas do Brasil (UCB), União Gonçalense de Ciclistas (UGC) e Vélo Vintage

 

Visita Técnica / TransOceânica [vídeo]

O site da TransOcênica / Prefeitura de Niterói oferece a possibilidade do cidadão acompanhar, através de um mapa interativo, o andamento da maior obra de mobilidade da história da cidade

Segundo estas informações oficiais, alguns trechos encontram-se finalizados, enquanto outros, estariam quase concluídos. Este é o caso, por exemplo, dos trechos entre a Praça do Cafubá e a Rótula do DPO (100%) e o Mercado Diamante à Rótula da Avenida Central (92%).

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mapa interativo / transoceanica.com

Diante dos relatos que recebemos de ciclistas da região e as frequentes denúncias nas redes sociais a respeito da condição enfrentada pelos ciclistas, realizamos no último sábado (04/11) uma visita técnica à TransOceânica em que documentamos o andamento das obras e também conversamos com moradoras e moradores que pedalam diariamente na Região Oceânica.

Assista abaixo, trecho a trecho, o resultado de nossa visita!

600m | 100% CONCLUÍDO

ciclovia sobre calçada / pista compartilhada / calçada compartilhada

1.600m | 99% CONCLUÍDO

ciclovia sobre calçada / calçada compartilhada

2.300m | 53% CONCLUÍDO

pista compartilhada nas ruas internas Manuel Pacheco de Carvalho

e Delfina de Jesus / calçada compartilhada

650m | 92% CONCLUÍDO

calçada compartilhada / pista compartilhada nas ruas internas

Prof. Alice Picanço e Jéferson Rocha

1.000m | 100% CONCLUÍDO

calçada compartilhada / ciclovia sobre calçada

Em nossa visita constamos que a infraestrutura cicloviária que está sendo implantada ao longo da TransOceânica, por diversos motivos, não vai atender às necessidades dos ciclistas e não garantirá a utilização da bicicleta como meio de transporte na região, contariando a expectativa de milhares de moradores.

Contamos com todas e todos para a repercussão deste material a fim de pressionarmos a Prefeitura de Niterói para, na medida do possível, uma vez que muitos trechos constam como finalizados, realizar as adequações necessárias para melhorar as condições da ciclomobilidade na Região Oceânica de Niterói.

TransOceânica: uma farsa cicloviária?

Ao contrário do que afirma a Prefeitura de Niterói nos veículos de comunicação e na cara e ostensiva propaganda de governo em torno da TrânsOceânica, A OBRA NÃO CONTA COM UM METRO SEQUER DE CICLOVIA, à exceção do Túnel Charitas-Cafubá.

O QUE DIZ A LEI

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro a CICLOVIA é uma pista própria destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum.

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A linearidade e a coerência da rede são fundamentais para que ela seja facilmente compreendida por qualquer usuário, mesmo os que ainda não possuem o hábito de utilizar a bicicleta em suas viagens ou que não são moradores locais.

Para ser atraente aos usuários atuais e potenciais, a rede cicloviária deve conectar pontos de origem e destino atrativos para a realização de viagens cotidianas (Guia de Planejamento Cicloinclusivo / ITDP)

A PROPAGANDA

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Teremos uma ciclovia acompanhando toda a TransOceânica.” (Axel Grael, 10/10/16)

Toda a via é composta por ciclovia, duas faixas para veículos e uma faixa exclusiva para ônibus, que será usada por coletivos normais e pelo BHS. (O Fluminense, 05/03/17)

A REALIDADE

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No próprio site da TransOceânica, em que é possivel acompanhar o andamento das obras e os tipos de estruturas, constam (com exceção do túnel) os seguintes termos:  ciclovia sobre a calçada (isso não existe!), faixa compartilhada e calçada compartilhada.

CADÊ A CICLOVIA PROMETIDA, PREFEITO?

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A PERPETUAÇÃO DO PROBLEMA

De acordo com estudos feitos pela prefeitura, atualmente 39% da população da região usam automóveis para se locomover — em toda a Região Metropolitana do Rio, o percentual é 23%. A quantidade de gente que usa a bicicleta também é muito menor na Região Oceânica — apenas 1% da população, enquanto na Região Metropolitana 5% optam por esse meio de locomoção. (O Globo, 16/12/16)

Lamentamos mais esta oportunidade perdida pela Prefeitura de Niterói contrariando a legislação e o compromisso assumido ao assinar Carta Compromisso pela Mobilidade Ativa durante a campanha eleitoral em 2016 e REPUDIAMOS a maneira como esta gestão se utiliza do termo CICLOVIA, com a única finalidade de enganar os ciclistas e os cidadãos niteroienses.

Calçada compartilhada do túnel Raul Veiga oferece riscos

A má conservação da calçada compartilhada do túnel Raul Veiga oferece riscos à pedestres e ciclistas, e ainda impede a sua utilização por skatistas que frequentam o Skatepark de São Francisco.

Recebemos a DENÚNCIA abaixo por e-mail, em 26/10.

Ao Pedal Sonoro

Sou de São Paulo, estou morando em Niterói – São Francisco há quase 4 meses. Logo que cheguei comprei uma bicicleta para ir trabalhar no Rio.

Faz parte do meu trajeto a travessia do túnel Raul Veiga pela ciclovia que está bem esburacada, colocando em risco a segurança dos ciclistas e por consequência a dos próprios pedestres que ali também circulam.

Nessa semana meu filho, que também tem uma bicicleta, sofreu um acidente naquele trecho. Por causa da irregularidade da pista o garfo da bicicleta quebrou o levando ao chão lhe causando lesões no corpo, ainda que por sorte sem nenhuma gravidade.

Seria de direito cobrar da prefeitura os prejuízos causados, já que aquele trecho está sinalizado para uso de bicicletas.

Porém nesse momento estou optando em apenas solicitar ao Pedal Sonoro que reivindique junto à prefeitura o recapeamento daquele trecho o quanto antes, esperando que a prefeitura leve em conta a gravidade da situação e promova a melhoria necessária das condições da ciclovia localizada no túnel para evitar novos acidentes.

Nilton

A fim de confirmarmos as informações da denúncia, estivemos hoje (29/10) no local. Veja as imagens!

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Em nossa breve visita, constatamos que a pavimetação encontra-se em péssimo estado de conservação; nos acessos ao túnel, os problemas são ainda mais graves (desníveis e buracos); não existe nenhuma sinalização, seja vertical ou horizontal, indicando que este é um espaço compartilhado com pedestres.

 

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ciclofaixa / Av. Roberto Silveira

Os problemas continuam após a saída do túnel na ciclofaixa da Av. Roberto Silveira, conforme denunciado anteriormente em nosso artigo Não basta construir, é preciso conservar, publicado em 26/08/17.

A denúncia já foi encaminhada aos gestores da Prefeitura de Niterói e, como de costume, seguiremos cobrando as devidas providências a fim de garantirmos a segurança de quem optou pela mobilidade ativa em nossa cidade.

É INJUSTO MULTAR PEDESTRES E CICLISTAS

As organizações abaixo assinadas vêm se posicionar absolutamente contrárias à Resolução 706/2017 do Contran, que padroniza a aplicação de autos de infrações a pedestres e ciclistas que cometerem infrações previstas nos já incorretos e criticados artigos 254 e 255 do Código de Trânsito Brasileiro.

As multas de trânsito são ferramentas importantes para promover o respeito à sinalização e à regulamentação de trânsito, o que é necessário para garantir a segurança de todos os cidadãos e cidadãs. Para tanto, é essencial que a sinalização esteja adequada às necessidades mínimas do trânsito de pessoas e veículos, e suficientemente clara para a correta interpretação dos cidadãos e cidadãs, tanto condutores como aqueles que utilizam os modos ativos de deslocamento – também conhecidos como não-motorizados.

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imagem: UOL

O espaço de circulação das nossas cidades, entretanto, priorizou historicamente a fluidez de veículos motorizados individuais. Assim, a largura das ruas, a configuração dos cruzamentos e até os tempos dos semáforos foram planejados a partir da lógica desses veículos. Essa lógica se reflete recorrentemente na redução de calçadas, localização inadequada – e muitas vezes falta – de faixas de pedestres, construção de vias de trânsito rápido no perímetro urbano e no atraso marcante no avanço de infraestrutura cicloviária, por exemplo.

As pessoas que se deslocam a pé ou de bicicleta são colocadas constantemente em situações de insegurança ao transitarem pelas ruas das cidades brasileiras. Por outro lado, quando um motorista viola ou ignora uma sinalização, ele está infringindo uma sinalização e infraestrutura construída especificamente para ele.

Pedestres e ciclistas são os atores mais vulneráveis do sistema de circulação e, seguindo esta premissa, a Política Nacional de Mobilidade Urbana expressa em seu artigo 6º que devem ter prioridade no trânsito. Com isso, para retirá-los de situações de insegurança, que contribuem para elevar o índice de mortes ligadas ao trânsito brasileiro, é necessário criar infraestrutura de forma sistêmica e em rede, respeitando a lógica do deslocamento dos usuários mais vulneráveis do sistema, permitindo a circulação destes na cidade com liberdade e segurança.

Dados de contagens de ciclistas realizadas em algumas capitais brasileiras confirmam esta afirmação, ao apontar que após a implantação de ciclovias e ciclofaixas, o número de ciclistas pedalando na contramão e na calçada diminui bastante.

Portanto, a aplicação de multas a pedestres e ciclistas não se apresenta como uma solução efetiva para resolver os problemas de mobilidade urbana e da convivência nas ruas. Para tal o espaço urbano precisa ser readequado, repensado, redesenhado através de intervenções físicas, de modo a promover uma maior equidade e justiça sócio-espacial. O comportamento das pessoas está diretamente ligado às condições do espaço que lhes é oferecido.

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engenharia de tráfego ao longo da história

Frente à precariedade que se observa no espaço público dedicado à pedestres e ciclistas, e a todos aqueles que se movem pela cidade de forma ativa, não é justo cobrar que pedestres e ciclistas se adequem e utilizem infraestruturas que não respeitam suas necessidades e suas lógicas de deslocamento. Enquanto se discute penalizar os elementos mais frágeis do sistema de mobilidade, as cidades seguem carentes de faixas de pedestres, ciclovias e dispositivos de acalmamento de tráfego.

Entendemos que tal decisão do Contran é INJUSTA e aumentará a desigualdade entre os atores do trânsito, além de desestimular o pedalar e o caminhar como desejáveis modos de deslocamento urbano, sendo antagônica à Política Nacional de Mobilidade Urbana.

Apta – Amazônia Pelo Transporte Ativo; Ameciclo – Associação Metropolitana de Ciclistas do Grande Recife; BH em Ciclo – Associação dos Ciclistas Urbanos de Belo Horizonte; Ciclocidade – Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo; Cidadeapé – Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo; Desvelocidades; Instituto CicloBR de Fomento a Mobilidade Sustentável; MobiRio; Pedala Manaus; Rede Brasileira de Cidades Justas, Democráticas e Sustentáveis; SampaPé; UCB – União de Ciclistas do Brasil

ASSINAMOS EMBAIXO!

Pedalzinho Sonoro (04/nov/17)

Em novembro, o Pedal Sonoro resgatará o Pedazinho Sonoro, atividade voltada para o público infantil e suas famílias, que não realizávamos desde 2016.

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O Pedalzinho Sonoro acontecerá junto ao Centro Cultural Paschoal Carlos Magno no Campo de São Bento, e contará com oficina de desenho, regate de brincadeiras tradicionais (elástico, pique, amarelinha, etc), bicicletada musical dentro do parque ao som de sucessos que a molecada adora e teremos também algumas surpresas!

Bicicletas c/ rodinhas, velotrol, patinetes e mesmo carrinhos de bebê, são muito bem vindos: vamos estimular a mobilidade ativa e a conscientização no trânsito desde cedo para, num futuro, termos um trânsito mais seguro para todas e todos!

COLABORE NA MOBILIZAÇÃO: compartilhe este post e o evento no facebook,convide seus amigos e divulgue na creche/escola do seu pequeno!

OBSERVAÇÕES: em caso de mau tempo, poderá ser cancelado/remarcado; todas as crianças deverão estar acompanhadas de seus responsáveis.

Bicicleta e Mobilidade Urbana

De acordo com o IBGE (2013), o Brasil possui 5.570 municípios. Em muitas cidades, sobretudo as com até 60 mil habitantes, não há linhas de ônibus municipais, e o transporte a propulsão humana, a pé ou bicicleta, é o principal meio de locomoção.

A Lei 12.587/2012 garante a prioridade do transporte não motorizado sobre o transporte individual motorizado, independentemente do tamanho das cidades. Essa obrigatoriedade, para estar adequada à Lei Federal, deve ser materializada nos Planos de Mobilidade Urbana.

A bicicleta é o veículo mais utilizado nos pequenos centros do País (cidades com menos de 60 mil habitantes), onde o transporte coletivo praticamente não existe e as taxas de motorização ainda são baixas. Ao contrário, nas cidades médias e grandes, com raras exceções, o uso do transporte cicloviário está bem abaixo de seu potencial, tendo sua prática disseminada em apenas dois segmentos bem distintos da população: a classe de renda média alta e as classes de renda muito baixas. Estes últimos são os grandes usuários da bicicleta no Brasil, fazendo uso regular deste veículo como um modo de transporte.

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A bicicleta é um dos meios de transporte mais eficientes já inventados: a tecnologia mais apropriada para distâncias curtas, com baixíssimo custo operacional. Uma pessoa pedalando viaja duas vezes mais rápido, carrega quatro vezes mais carga e cobre três vezes a distância percorrida por uma pessoa caminhando. A bicicleta não emite poluentes e contribui para fazer da cidade um espaço livre de congestionamentos.

Do ponto de vista urbanístico, o uso da bicicleta nas cidades reduz o nível de ruído no sistema viário; propicia maior equidade na apropriação do espaço urbano destinado à circulação; libera mais espaço público para o lazer; contribui para a composição de ambientes mais agradáveis, saudáveis e limpos; contribui para a redução dos custos urbanos devido à redução dos sistemas viários destinados aos veículos motorizados; e aumenta a qualidade de vida dos habitantes, na medida em que gera um padrão de tráfego mais calmo e benefícios à saúde de seus usuários.

Junto com os deslocamentos a pé, a bicicleta é o modo de transporte mais frágil do cenário urbano. Uma política que pretenda a ampliação do uso da bicicleta exige duas preocupações básicas dos administradores públicos e dos planejadores: a segurança física dos seus usuários no trânsito e a proteção dos veículos contra furto ou roubo.

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A integração entre a malha cicloviária da cidade e desta com o sistema de transporte coletivo, seja ela segregada ou compartilhada, é fundamental para a promoção da bicicleta no município. Para isso é preciso oferecer segurança aos ciclistas e equipamentos para estacionar as bicicletas em áreas próximas de trens, BRTs, metrôs e outros modos.

Uma medida recomendada para o planejamento e a integração do uso da bicicleta de forma segura é a redução do limite das velocidades nas vias. Algumas cidades têm experimentado as Zonas 30, com o limite ideal para uma melhor convivência entre moradores, ciclistas, carros, ônibus, entre outros modos.

Estimular o uso da bicicleta na cidade é ainda uma forma de melhorar a saúde e a qualidade de vida da população, combatendo o sedentarismo, a obesidade e doenças cardíacas.

Fonte: PlanMob – Carderno de Referência para Elaboração do Plano de Mobilidade Urbana (Ministério das Cidades). Para acessar o material completo, clique aqui.

 

Pedal Sonoro | Outubro Rosa 2017

Neste ano, mais uma vez o Pedal Sonoro adere à campanha internacional Outubro Rosa, colaborando para a conscientização e a prevenção do Câncer de Mama.

A prevenção do câncer de mama não é totalmente possível em função da multiplicidade de fatores relacionados ao surgimento da doença e ao fato de vários deles não serem modificáveis. De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores, especificamente aqueles considerados  modificáveis.
Estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama. Controlar o peso corporal e evitar a obesidade, por meio da alimentação saudável e da prática regular de exercícios físicos, e evitar o consumo de bebidas alcoólicas são recomendações básicas para prevenir o câncer de mama. A amamentação também é considerada um fator protetor.
A terapia de reposição hormonal (TRH), quando estritamente indicada, deve ser feita sob rigoroso controle médico e pelo mínimo de tempo necessário.
fonte: INCA – Instituto Nacional do Câncer

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Venha pedalar com a gente, NESTE DOMINGO (22/10), ao som das mais belas vozes femininas da música nacional e internacional, em prol da conscientização e combate ao câncer de mama!

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Concentração às 9h / saída às 10h da manhã

Cicloponto Icaraí [calçadão da praia de Icaraí, em frente à Reitoria da UFF]

ps: em caso de chuva forte, a bicicletada poderá ser adiada

Para acessar o evento no facebook, clique aqui

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Pedal Sonoro | Outubro Rosa 2015 – homenagem à Clara Nunes

A utilização da bicicleta e seus benefícios coletivos

O uso da bicicleta desempenha um papel importante na mobilidade urbana em todo o mundo, e tem um potencial ainda maior.

Nas cidades, estima-se que mais que 50% dos destinos dos deslocamentos estão a menos 10km da sua origem, uma distância que poderia ser percorrida de bicicleta.

Mais viagens em bicicletas geram benefícios coletivos!

Redução dos congestionamentos e melhoria da qualidade do ar: bicicletas são uma opção ideal de transporte para viagens curtas muitas vezes realizadas por veículos motorizados que levam apenas o condutor.

Aumento do alcance dos sistemas de transporte de média e alta capacidade: a bicicleta preenche uma lacuna crítica, que é a do trecho complementar entre o destino final do passageiro e o transporte público, funcionando como elemento integrador de diversos modos de média e alta capacidade.

Melhoria da acessibilidade geral: pedalar é mais eficiente do que caminhar e dá aos usuários maior acesso a locais que estavam fora de seu alcance a pé, além de oferecer a vantagem do transporte “porta a porta”.

Redução de custos: a bicicleta gera economia nos gastos com transporte. Incentivar seu uso gera impacto positivo na economia doméstica.

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São Francisco / Niterói (O Globo)

Fomento ao desenvolvimento econômico: o crescimento no número de usuários e a implantação de novas infraestruturas para a mobilidade por bicicleta gera uma série de impactos na economia local (indústria, comércio e serviços), em função das diferentes demandas que surgem ou aumentam (equipamentos, acessórios, softwares, maté-ria-prima, fabricação, operação de serviços, etc).

Melhoria da saúde da população: pedalar traz benefícios tanto à saúde física quanto mental, além de contribuir para a redução da emissão de gases do efeito estufa (GEE). Há estudos que mostram que pedalar vinte minutos por dia tem um impacto positivo sobre a saúde mental.

Cidades mais acolhedoras: pedalar é uma opção de transporte de baixo impacto ambiental e uma cidade mais cicloinclusiva tende a ser mais dinâmica, moderna e sustentável. Em todo o mundo, as pessoas não querem mais ficar sentadas em intermináveis congestionamentos: elas querem viver em cidades que proporcionam interações criativas, circulação acessível a todos e um ambiente saudável, cheio de vida e repleto de opções. Exatamente o tipo de ambiente urbano que uma cidade cicloinclusiva pode oferecer.


 

Segundo a publicação “Cenários globais para a mobilidade por bicicleta”, do ITDP e UCDavis, cerca de 7% das viagens realizadas no mundo são feitas por bicicletas.

Se essa divisão modal chegasse a 23% do total de viagens, as cidades poderiam economizar 25 trilhões de dólares nos próximos 35 anos.

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A partir da mobilização em torno da Conferência de Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP 21), foi criada uma oportunidade única de estabelecer uma política global em direção à expansão do uso da bicicleta e do transporte sustentável. O setor de transportes atualmente é responsável por quase 25% das emissões de gases do efeito estufa (GEE).

Reduzir as emissões de GEE do transporte urbano é fundamental nas políticas públicas não só de transportes, mas também de adaptação e mitigação às mudanças climáticas, resultando em cidades mais resilientes. Investir maciçamente na promoção da bicicleta, de forma global, poderia reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 11% até 2050.

 

FONTE: Guia de Planejamento Ciclo Inclusivo / ITDP Brasil

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Para fazer o download do guia completo, clique aqui

Pedal Sonoro no Territórios da Arte – Interculturalidades

É com imensa satisfação que o coletivo Pedal Sonoro integra a programação do projeto Territórios da Arte – Interculturalidades, desenvolvido pelo Centro de Artes UFF em parceria com a Funarte.

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Depois de percorrer as cidades de Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), Belém (PA) e Recife (PE), o Territórios da Arte chega a Niterói para o seu encerramento. Na etapa Sudeste, o projeto propõe revisitar a cultura das quatro regiões pelas quais passou e promover debates, oficinas, apresentações de coletivos artísticos e shows. As discussões sobre direitos da cultura, Amazônia, arte e tecnologias de emancipação, matrizes e ancestralidade, são alguns dos assuntos que atravessam todos os territórios e estão representados no evento.

Em Niterói, o “Territórios da Arte” se une ao “Interculturalidades”, com programação entre os dias 2 e 8 de outubro no Centro de Artes UFF e no Campus do Gragoatá. Depois, haverá desdobramentos nos campi de Rio das Ostras nos dias 9 e 10 de outubro, e de Campos dos Goytacazes de 11 a 13 de outubro.

Para acessar a programação completa do projeto, clique aqui

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Confira, abaixo, a nossa participação NESTA QUINTA (05/10)

14H | Campus do Gragoatá UFF

Roda de Conversa: DIREITOS DA CULTURA: A CIDADE POR DIREITO

Participantes: Luciana Medeiros (Circular Campina, Holofote Virtual – PA), Maria Thereza Azevedo (Coletivo À Deriva – MT), João Grand Jr (Rede de Roda de Samba) e Luís Araujo (Coletivo Pedal Sonoro) | Mediação: Pedro Gradella (UFF)

16H | Cine Arte UFF

Exibição do Filme: BIKES VS CARS + painél ciclomobilidade e educação no trânsito

18H | Jardins da Reitoria UFF

Bicicletada Musical: PEDAL SONORO MANGUE BEAT

Concentração às 18h / saída às 19h em direção ao Campus do Gragoatá, onde ocorrerá apresentações de DJs e show com a banda Mundo Livre S/A!

Para acessar o evento no facebook, clique aqui

 

Pedal Sonoro | Lulu Santos

Nesta edição homenagearemos um grande guitarrista e figura marcante da música pop nacional: Lulu Santos!

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Participe de nossa bicicletada musical e venha pedar ao som de grandes sucesssos como Tempos Modernos, Como uma Onda no Mar, Assim Caminha a Humanidade, dentre tantos outros deste maravilhoso artista.

Clique aqui, para acessar o evento no facebook.

NESTE DOMINGO (24/09/17) | Concentração 9h / saída 10h

Cicloponto Icaraí [calçadão da praia, em frente à Reitoria da UFF]

CicloMobiliTarde: uma tarde dedicada à mobilidade ativa

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A Semana da Mobilidade está chegando e o Pedal Sonoro, em parceria com o Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, está elaborando com muito carinho um encontro para debatermos este tema de extrema importância em nossa cidade, assim como na maioria dos municípios brasileiros, tendo como foco a mobilidade ativa.

A mobilidade ativa, também denominada de mobilidade suave ou mobilidade não-motorizada é uma forma de mobilidade para transporte de pessoas, e em alguns casos de bens, que faz uso unicamente de meios físicos do ser humano para a locomoção. Os meios de transporte ativos mais amplamente usados são andar a pé e de bicicleta. Todavia outros meios menos frequentes com propulsão humana como por exemplo, qualquer velocípede não-motorizado, patins, skate ou trotinetas, também se enquadram dentro da mobilidade ativa. (Wikipedia)

Confira a programação:

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13h | abertura

13h30-14h45 | painéis temáticos

MOBILIDADE A PÉ com Thatiana Murillo / Caminha Rio

CICLISMO E ORGANIZAÇÃO com Charles Gomes / União Gonçalense de Ciclistas

TRANSPORTE PÚBLICO com Paola Porto (Comissão de Acompanhamento e Estudo da Legislação de Trânsito OAB-Niterói / Mestre e Doutoranda UFF)

CAMPANHAS Bicicleta nas Eleições 2016 / Bicicleta nos Planos (União de Ciclistas do Brasil – UCB) com Pedal Sonoro

15h-17h30 | Mão na Roda (oficina livre e colaborativa de mecânica em bicis) c/ Garage Bike, Bretas Bike e Piratas de bici

18h-19h30 – Cineclube Pedal Sonoro: Cidades para carros ou para pessoas?

Distribuição de senha para sorteio de brindes aos 30 primeiros participantes (chegue cedo para concorrer!) e atividades para a criançada ao longo de toda a tarde!

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Apoio Institucional

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Parceiros: Bicicleta e Companhia, Bike Anjo Niterói, Bretas Bike, Caminha Rio, Ciclismo Urbano, Ecoando, Fórum de Transparência e Controle Social, Garage Bike, Mobilidade Niterói, MobiRio, Niterói Para Pessoas, Observatório Social de NiteróiPatricia Thomaz FotografiaPiratas de Bici, Redes da MaréUnião Gonçalence de Ciclistas.

Para acessar o evento no facebook, clique aqui ou utilize o código abaixo:

 

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Não basta construir, é preciso conservar

Não é de hoje que o Pedal Sonoro e os ciclistas organizados cobram da Prefeitura de Niterói a manutenção das infraestruturas cicloviárias (ciclofaixas/ciclovias) de nossa cidade que, no geral, encontram-se em péssimo estado de conservação.

Em março de 2016, após a re-pintura da ciclofaixa da Av. Roberto Silveira, solicitamos ao programa Niterói de Bicicleta a reposição dos equipamentos segregadores e a sinalização adequada desta importante ciclofaixa da Zona Sul. A resposta do programa foi de que os equipamentos seriam adquiridos e o serviço realizado. Insistimos nos questionamentos mas em 19/05/2016 os e-mails enviados ao programa não foram mais respondidos.

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Devido à negativa do programa Niterói de Bicicleta em manter uma comunicação conosco e a não realização da manutenção solicitada, em 2017, com o apoio de vereadores, foram encaminhados ao poder público um ofício e uma indicação legislativa.

De nada adiantou!

Após um ano e 5 meses desta solicitação,  fizemos um novo contato com a coordenadora Isabela Ledo e com o Secretário Executivo Axel Grael, idealizador do programa Niterói de Bicicleta. Para nossa surpresa, a resposta do programa indica que os equipamentos ainda não foram adquiridos e os ciclistas continuarão pedalando por uma via de trânsito intenso com altas velocidades, desprovidos de qualquer segurança.

OBS: Axel Grael acusou um membro do coletivo Pedal Sonoro de que “não queríamos diálogo” mas nuna respondeu a um único e-mail (foram mais de 20 mensagens enviadas).

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Como se não bastasse a completa ineficiência e o descaso com quem pedala pela cidade, alguns registros recentes realizados por ciclistas mostram que esta gestão está veiculando propaganda de governo em painéis eletrônicos espalhados pela cidade que deveriam informar as condições do trânsito em tempo real e propagar mensagens educativas.

O Pedal Sonoro seguirá cobrando da Prefeitura de Niterói e do poder legislativo o cumprimento da legislação, com o único objetivo de melhorar as condições de quem pedala em Niterói.

Audiência Pública – Sistema Cicloviário de Niterói [2015]

Atendendo à solicitação de coletivos de ciclistas urbanos como a Massa Crítica, Mobilidade Niterói e Pedal Sonoro, os vereadores Daniel Marques (PV) e Henrique Vieira (PSOL) convocaram uma audiência pública para debater o Sistema Cicloviário de Niterói em 05/08/2015 na Câmara Municipal.

“A presente audiência pública pretende possibilitar amplo debate com a sociedade e uma efetiva participação da população e da sociedade civil organizada sobre as condições do sistema e das ciclovias, o andamento do Programa Niterói de Bicicleta e outras múltiplas demandas referentes ao transporte por bicicleta.” [Daniel Marquês]

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O encontro contou com representantes do poder público como o vice-prefeito e idealizador do programa Niterói de Bicicleta Axel Grael, o subsecretário de Mobilidade e Urbanismo Renato Baradier e a coordenadora do programa Isabela Ledo, além da presença em massa dos ciclistas da cidade.

Ao longo da audiência, que durou mais de 5 horas, os ciclistas ocuparam o púlpito e cobraram exaustivamente dos representantes da prefeitura melhorias nas condições de ciclomobilidade, sendo a maioria das falas relacionadas às condições de segurança.

Ao final da audiência, com a ajuda dos vereadores e muita pressão popular, conseguimos que o vice-prefeito Axel Grael assumisse 6 compromissos junto aos ciclistas, para se concretizarem ainda no ano de 2015:

1 – Apresentar do projeto básico de 120km de malha cicloviária que integrará 04 regiões de Niterói até outubro de 2015 (parcialmente cumprido);

2 – Implantar o bicicletário das Barcas até o final do ano de 2015 (não cumprido até o momento);

3 – Sinalizar o trecho de calçada compartilhada na laje do mergulhinho (não cumprido até o momento);

4 – Efetuar as ações de fiscalização através da Secretaria Municipal de Urbanismo e Mobilidade para fiel cumprimento da Lei 2499/2007 que obriga todas as universidades, shoppings e mercados a readequar seus estacionamentos permitindo 5% do número de vagas disponibilizadas para bicicletas (não cumprido até o momento);

5 – Realizar até o final do presente mês a ciclovia provisória da Marquês do Paraná, com cones e apoio dos agentes de trânsito conforme realizado anteriormente (cumprido parcialmente);

6 – Entregar a malha cilcoviária completa ligando a Zona Norte e a Zona Sul à Marques do Paraná até o final do ano (não cumprido até o momento).

 

fonte: blog do Daniel Marques