Pedal Sonoro | Diversidade

Neste sábado (25/11), a convite da organização da II Mostra de Arte e Cultura LGBT de Niterói, realizaremos nossa bicicletada musical em prol da diversidade e do respeito.

dcb2da_5fff491c759a4ef59de5cb18faf46a25mv2_d_1418_1886_s_2.jpg

Em nossa playlist não faltarão sucessos de artistas como Ney Matogrosso, George Michael, Cássia Eller, Queen, Sandra de Sá, Elton John, Liniker, Ricky Martin, Mart’nália e muitos outros artistas nacionais e internacionais!

barra.png

25/11 (SÁBADO) | Concentração às 16h no Cicloponto Icaraí

[calçadão da praia, em frente à Reitoria/UFF]

Confirme sua presença no evento (facebook) clicando aqui

banner.png

CicloExperiência 2018: conheça a campanha de financiamento coletivo (crowdfunding), COLABORE a partir de R$15 e receba recompensas!

 

CicloExperiência 2018: financiamento coletivo

banner site.png

A CicloExperiência 2018 – um dia inteiro dedicado à cultura da bicicleta – é uma atividade do coletivo Pedal Sonoro que juntamente com outras iniciativas e parceiros, propõe reflexões e práticas diretamente relacionadas ao ciclismo, em todas as suas vertentes.

ACESSE A CAMPANHA, CLICANDO AQUI

A CicloExperiência 2018 acontecerá em Niterói, entre março/abril e a sua programação contará com ações, ciclo-feira, bici-rangos (bikes food), oficinas, painéis, palestras, exibição de vídeos e uma bicicletada musical seguida por uma grande confraternização.

Desde 2014, o coletivo Pedal Sonoro já realizou 3 edições da CicloExperiência. Em 2018 contamos com a sua colaboração para realizaremos uma edição inesquecível, se possível, com a participação de iniciativas e colegas de outros estados!

 

Este slideshow necessita de JavaScript.

CicloExperiência 2017 (Museu do Ingá)

Confira a repercussão da CicloExp2017 no Jornal O Fluminense

Após quase 4 anos de ações e atividades, este é o primeiro financiamento coletivo online (crowdfunding) do Pedal Sonoro.

O lançamento da campanha será no dia 16/11 (quinta feira)!

Optamos pela Benfeitoria pois já praticamos e acreditamos na cultura colaborativa e por que esta plataforma permite que, atingida a meta mínima, todos ganhem: realizaremos uma atividade gratuita, de grande importância para nossa cidade e os colaboradores, além de contribuírem diretamente para que isto seja possível, receberão recompensas.

ACESSE A CAMPANHA, CLICANDO AQUI

rec_ok.png

O Pedal Sonoro é um coletivo de ciclistas urbanos, sem fins lucrativos, integrado por voluntario(a)s, que tem como principal objetivo: promover a utilização da bicicleta como meio de transporte e colaborar para a conscientização dos ciclistas a respeito de seus direitos e deveres. Saiba mais!

barra_campanha.png

PARCEIROS DA CAMPANHA: Bicicleta e Companhia, Bike Anjo Niterói, Ciclocidade, Conselho Comunitário da Orla da Baía (CCOB), Ecoando – Ecologia & Caminhadas, Fórum de Transparência e Controle Social de Niterói, La Frida, Mobilidade Niterói, Niterói Para Pessoas, Pedala Manaus, Pedalentos, Rare Trip Cicloturismo, Rodas da Paz, Transporte Ativo, União de Ciclistas do Brasil (UCB)

 

Visita Técnica / TransOceânica [vídeo]

O site da TransOcênica / Prefeitura de Niterói oferece a possibilidade do cidadão acompanhar, através de um mapa interativo, o andamento da maior obra de mobilidade da história da cidade

Segundo estas informações oficiais, alguns trechos encontram-se finalizados, enquanto outros, estariam quase concluídos. Este é o caso, por exemplo, dos trechos entre a Praça do Cafubá e a Rótula do DPO (100%) e o Mercado Diamante à Rótula da Avenida Central (92%).

Captura de Tela 2017-11-09 às 23.24.59.png
mapa interativo / transoceanica.com

Diante dos relatos que recebemos de ciclistas da região e as frequentes denúncias nas redes sociais a respeito da condição enfrentada pelos ciclistas, realizamos no último sábado (04/11) uma visita técnica à TransOceânica em que documentamos o andamento das obras e também conversamos com moradoras e moradores que pedalam diariamente na Região Oceânica.

Assista abaixo, trecho a trecho, o resultado de nossa visita!

600m | 100% CONCLUÍDO

ciclovia sobre calçada / pista compartilhada / calçada compartilhada

1.600m | 99% CONCLUÍDO

ciclovia sobre calçada / calçada compartilhada

2.300m | 53% CONCLUÍDO

pista compartilhada nas ruas internas Manuel Pacheco de Carvalho

e Delfina de Jesus / calçada compartilhada

650m | 92% CONCLUÍDO

calçada compartilhada / pista compartilhada nas ruas internas

Prof. Alice Picanço e Jéferson Rocha

1.000m | 100% CONCLUÍDO

calçada compartilhada / ciclovia sobre calçada

Em nossa visita constamos que a infraestrutura cicloviária que está sendo implantada ao longo da TransOceânica, por diversos motivos, não vai atender às necessidades dos ciclistas e não garantirá a utilização da bicicleta como meio de transporte na região, contariando a expectativa de milhares de moradores.

Contamos com todas e todos para a repercussão deste material a fim de pressionarmos a Prefeitura de Niterói para, na medida do possível, uma vez que muitos trechos constam como finalizados, realizar as adequações necessárias para melhorar as condições da ciclomobilidade na Região Oceânica de Niterói.

TransOceânica: uma farsa cicloviária?

Ao contrário do que afirma a Prefeitura de Niterói nos veículos de comunicação e na cara e ostensiva propaganda de governo em torno da TrânsOceânica, A OBRA NÃO CONTA COM UM METRO SEQUER DE CICLOVIA, à exceção do Túnel Charitas-Cafubá.

O QUE DIZ A LEI

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro a CICLOVIA é uma pista própria destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum.

Captura de Tela 2017-10-30 às 03.33.09.png

A linearidade e a coerência da rede são fundamentais para que ela seja facilmente compreendida por qualquer usuário, mesmo os que ainda não possuem o hábito de utilizar a bicicleta em suas viagens ou que não são moradores locais.

Para ser atraente aos usuários atuais e potenciais, a rede cicloviária deve conectar pontos de origem e destino atrativos para a realização de viagens cotidianas (Guia de Planejamento Cicloinclusivo / ITDP)

A PROPAGANDA

Rodrigo e Axel-c.jpg

Teremos uma ciclovia acompanhando toda a TransOceânica.” (Axel Grael, 10/10/16)

Toda a via é composta por ciclovia, duas faixas para veículos e uma faixa exclusiva para ônibus, que será usada por coletivos normais e pelo BHS. (O Fluminense, 05/03/17)

A REALIDADE

Captura de Tela 2017-10-30 às 03.14.35.png

No próprio site da TransOceânica, em que é possivel acompanhar o andamento das obras e os tipos de estruturas, constam (com exceção do túnel) os seguintes termos:  ciclovia sobre a calçada (isso não existe!), faixa compartilhada e calçada compartilhada.

CADÊ A CICLOVIA PROMETIDA, PREFEITO?

Este slideshow necessita de JavaScript.

A PERPETUAÇÃO DO PROBLEMA

De acordo com estudos feitos pela prefeitura, atualmente 39% da população da região usam automóveis para se locomover — em toda a Região Metropolitana do Rio, o percentual é 23%. A quantidade de gente que usa a bicicleta também é muito menor na Região Oceânica — apenas 1% da população, enquanto na Região Metropolitana 5% optam por esse meio de locomoção. (O Globo, 16/12/16)

Lamentamos mais esta oportunidade perdida pela Prefeitura de Niterói contrariando a legislação e o compromisso assumido ao assinar Carta Compromisso pela Mobilidade Ativa durante a campanha eleitoral em 2016 e REPUDIAMOS a maneira como esta gestão se utiliza do termo CICLOVIA, com a única finalidade de enganar os ciclistas e os cidadãos niteroienses.

Calçada compartilhada do túnel Raul Veiga oferece riscos

A má conservação da calçada compartilhada do túnel Raul Veiga oferece riscos à pedestres e ciclistas, e ainda impede a sua utilização por skatistas que frequentam o Skatepark de São Francisco.

Recebemos a DENÚNCIA abaixo por e-mail, em 26/10.

Ao Pedal Sonoro

Sou de São Paulo, estou morando em Niterói – São Francisco há quase 4 meses. Logo que cheguei comprei uma bicicleta para ir trabalhar no Rio.

Faz parte do meu trajeto a travessia do túnel Raul Veiga pela ciclovia que está bem esburacada, colocando em risco a segurança dos ciclistas e por consequência a dos próprios pedestres que ali também circulam.

Nessa semana meu filho, que também tem uma bicicleta, sofreu um acidente naquele trecho. Por causa da irregularidade da pista o garfo da bicicleta quebrou o levando ao chão lhe causando lesões no corpo, ainda que por sorte sem nenhuma gravidade.

Seria de direito cobrar da prefeitura os prejuízos causados, já que aquele trecho está sinalizado para uso de bicicletas.

Porém nesse momento estou optando em apenas solicitar ao Pedal Sonoro que reivindique junto à prefeitura o recapeamento daquele trecho o quanto antes, esperando que a prefeitura leve em conta a gravidade da situação e promova a melhoria necessária das condições da ciclovia localizada no túnel para evitar novos acidentes.

Nilton

A fim de confirmarmos as informações da denúncia, estivemos hoje (29/10) no local. Veja as imagens!

Este slideshow necessita de JavaScript.

Em nossa breve visita, constatamos que a pavimetação encontra-se em péssimo estado de conservação; nos acessos ao túnel, os problemas são ainda mais graves (desníveis e buracos); não existe nenhuma sinalização, seja vertical ou horizontal, indicando que este é um espaço compartilhado com pedestres.

 

IMG_9053
ciclofaixa / Av. Roberto Silveira

Os problemas continuam após a saída do túnel na ciclofaixa da Av. Roberto Silveira, conforme denunciado anteriormente em nosso artigo Não basta construir, é preciso conservar, publicado em 26/08/17.

A denúncia já foi encaminhada aos gestores da Prefeitura de Niterói e, como de costume, seguiremos cobrando as devidas providências a fim de garantirmos a segurança de quem optou pela mobilidade ativa em nossa cidade.

É INJUSTO MULTAR PEDESTRES E CICLISTAS

As organizações abaixo assinadas vêm se posicionar absolutamente contrárias à Resolução 706/2017 do Contran, que padroniza a aplicação de autos de infrações a pedestres e ciclistas que cometerem infrações previstas nos já incorretos e criticados artigos 254 e 255 do Código de Trânsito Brasileiro.

As multas de trânsito são ferramentas importantes para promover o respeito à sinalização e à regulamentação de trânsito, o que é necessário para garantir a segurança de todos os cidadãos e cidadãs. Para tanto, é essencial que a sinalização esteja adequada às necessidades mínimas do trânsito de pessoas e veículos, e suficientemente clara para a correta interpretação dos cidadãos e cidadãs, tanto condutores como aqueles que utilizam os modos ativos de deslocamento – também conhecidos como não-motorizados.

pedestres-ciclistas-e-carros-disputam-um-lugar-na-na-avenida-niemeyer-perto-de-onde-desabou-parte-da-ciclovia-tim-maia-1461602325018_615x300.jpg
imagem: UOL

O espaço de circulação das nossas cidades, entretanto, priorizou historicamente a fluidez de veículos motorizados individuais. Assim, a largura das ruas, a configuração dos cruzamentos e até os tempos dos semáforos foram planejados a partir da lógica desses veículos. Essa lógica se reflete recorrentemente na redução de calçadas, localização inadequada – e muitas vezes falta – de faixas de pedestres, construção de vias de trânsito rápido no perímetro urbano e no atraso marcante no avanço de infraestrutura cicloviária, por exemplo.

As pessoas que se deslocam a pé ou de bicicleta são colocadas constantemente em situações de insegurança ao transitarem pelas ruas das cidades brasileiras. Por outro lado, quando um motorista viola ou ignora uma sinalização, ele está infringindo uma sinalização e infraestrutura construída especificamente para ele.

Pedestres e ciclistas são os atores mais vulneráveis do sistema de circulação e, seguindo esta premissa, a Política Nacional de Mobilidade Urbana expressa em seu artigo 6º que devem ter prioridade no trânsito. Com isso, para retirá-los de situações de insegurança, que contribuem para elevar o índice de mortes ligadas ao trânsito brasileiro, é necessário criar infraestrutura de forma sistêmica e em rede, respeitando a lógica do deslocamento dos usuários mais vulneráveis do sistema, permitindo a circulação destes na cidade com liberdade e segurança.

Dados de contagens de ciclistas realizadas em algumas capitais brasileiras confirmam esta afirmação, ao apontar que após a implantação de ciclovias e ciclofaixas, o número de ciclistas pedalando na contramão e na calçada diminui bastante.

Portanto, a aplicação de multas a pedestres e ciclistas não se apresenta como uma solução efetiva para resolver os problemas de mobilidade urbana e da convivência nas ruas. Para tal o espaço urbano precisa ser readequado, repensado, redesenhado através de intervenções físicas, de modo a promover uma maior equidade e justiça sócio-espacial. O comportamento das pessoas está diretamente ligado às condições do espaço que lhes é oferecido.

engenharia.png
engenharia de tráfego ao longo da história

Frente à precariedade que se observa no espaço público dedicado à pedestres e ciclistas, e a todos aqueles que se movem pela cidade de forma ativa, não é justo cobrar que pedestres e ciclistas se adequem e utilizem infraestruturas que não respeitam suas necessidades e suas lógicas de deslocamento. Enquanto se discute penalizar os elementos mais frágeis do sistema de mobilidade, as cidades seguem carentes de faixas de pedestres, ciclovias e dispositivos de acalmamento de tráfego.

Entendemos que tal decisão do Contran é INJUSTA e aumentará a desigualdade entre os atores do trânsito, além de desestimular o pedalar e o caminhar como desejáveis modos de deslocamento urbano, sendo antagônica à Política Nacional de Mobilidade Urbana.

Apta – Amazônia Pelo Transporte Ativo; Ameciclo – Associação Metropolitana de Ciclistas do Grande Recife; BH em Ciclo – Associação dos Ciclistas Urbanos de Belo Horizonte; Ciclocidade – Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo; Cidadeapé – Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo; Desvelocidades; Instituto CicloBR de Fomento a Mobilidade Sustentável; MobiRio; Pedala Manaus; Rede Brasileira de Cidades Justas, Democráticas e Sustentáveis; SampaPé; UCB – União de Ciclistas do Brasil

ASSINAMOS EMBAIXO!

Pedalzinho Sonoro (04/nov/17)

Em novembro, o Pedal Sonoro resgatará o Pedazinho Sonoro, atividade voltada para o público infantil e suas famílias, que não realizávamos desde 2016.

banner_site.png

O Pedalzinho Sonoro acontecerá junto ao Centro Cultural Paschoal Carlos Magno no Campo de São Bento, e contará com oficina de desenho, regate de brincadeiras tradicionais (elástico, pique, amarelinha, etc), bicicletada musical dentro do parque ao som de sucessos que a molecada adora e teremos também algumas surpresas!

Bicicletas c/ rodinhas, velotrol, patinetes e mesmo carrinhos de bebê, são muito bem vindos: vamos estimular a mobilidade ativa e a conscientização no trânsito desde cedo para, num futuro, termos um trânsito mais seguro para todas e todos!

COLABORE NA MOBILIZAÇÃO: compartilhe este post e o evento no facebook,convide seus amigos e divulgue na creche/escola do seu pequeno!

OBSERVAÇÕES: em caso de mau tempo, poderá ser cancelado/remarcado; todas as crianças deverão estar acompanhadas de seus responsáveis.

Bicicleta e Mobilidade Urbana

De acordo com o IBGE (2013), o Brasil possui 5.570 municípios. Em muitas cidades, sobretudo as com até 60 mil habitantes, não há linhas de ônibus municipais, e o transporte a propulsão humana, a pé ou bicicleta, é o principal meio de locomoção.

A Lei 12.587/2012 garante a prioridade do transporte não motorizado sobre o transporte individual motorizado, independentemente do tamanho das cidades. Essa obrigatoriedade, para estar adequada à Lei Federal, deve ser materializada nos Planos de Mobilidade Urbana.

A bicicleta é o veículo mais utilizado nos pequenos centros do País (cidades com menos de 60 mil habitantes), onde o transporte coletivo praticamente não existe e as taxas de motorização ainda são baixas. Ao contrário, nas cidades médias e grandes, com raras exceções, o uso do transporte cicloviário está bem abaixo de seu potencial, tendo sua prática disseminada em apenas dois segmentos bem distintos da população: a classe de renda média alta e as classes de renda muito baixas. Estes últimos são os grandes usuários da bicicleta no Brasil, fazendo uso regular deste veículo como um modo de transporte.

Captura de Tela 2017-10-24 às 00.00.13.png

A bicicleta é um dos meios de transporte mais eficientes já inventados: a tecnologia mais apropriada para distâncias curtas, com baixíssimo custo operacional. Uma pessoa pedalando viaja duas vezes mais rápido, carrega quatro vezes mais carga e cobre três vezes a distância percorrida por uma pessoa caminhando. A bicicleta não emite poluentes e contribui para fazer da cidade um espaço livre de congestionamentos.

Do ponto de vista urbanístico, o uso da bicicleta nas cidades reduz o nível de ruído no sistema viário; propicia maior equidade na apropriação do espaço urbano destinado à circulação; libera mais espaço público para o lazer; contribui para a composição de ambientes mais agradáveis, saudáveis e limpos; contribui para a redução dos custos urbanos devido à redução dos sistemas viários destinados aos veículos motorizados; e aumenta a qualidade de vida dos habitantes, na medida em que gera um padrão de tráfego mais calmo e benefícios à saúde de seus usuários.

Junto com os deslocamentos a pé, a bicicleta é o modo de transporte mais frágil do cenário urbano. Uma política que pretenda a ampliação do uso da bicicleta exige duas preocupações básicas dos administradores públicos e dos planejadores: a segurança física dos seus usuários no trânsito e a proteção dos veículos contra furto ou roubo.

10mar2013---um-ciclista-perdeu-um-braco-em-um-acidente-com-um-veiculo-na-manha-deste-domingo-10-proximo-a-estacao-brigadeiro-do-metro-na-avenida-paulista-em-sao-paulo-sp-segundo-o-corpo-de-1362928901733_956x500.jpg

A integração entre a malha cicloviária da cidade e desta com o sistema de transporte coletivo, seja ela segregada ou compartilhada, é fundamental para a promoção da bicicleta no município. Para isso é preciso oferecer segurança aos ciclistas e equipamentos para estacionar as bicicletas em áreas próximas de trens, BRTs, metrôs e outros modos.

Uma medida recomendada para o planejamento e a integração do uso da bicicleta de forma segura é a redução do limite das velocidades nas vias. Algumas cidades têm experimentado as Zonas 30, com o limite ideal para uma melhor convivência entre moradores, ciclistas, carros, ônibus, entre outros modos.

Estimular o uso da bicicleta na cidade é ainda uma forma de melhorar a saúde e a qualidade de vida da população, combatendo o sedentarismo, a obesidade e doenças cardíacas.

Fonte: PlanMob – Carderno de Referência para Elaboração do Plano de Mobilidade Urbana (Ministério das Cidades). Para acessar o material completo, clique aqui.

 

Pedal Sonoro | Outubro Rosa 2017

Neste ano, mais uma vez o Pedal Sonoro adere à campanha internacional Outubro Rosa, colaborando para a conscientização e a prevenção do Câncer de Mama.

A prevenção do câncer de mama não é totalmente possível em função da multiplicidade de fatores relacionados ao surgimento da doença e ao fato de vários deles não serem modificáveis. De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores, especificamente aqueles considerados  modificáveis.
Estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama. Controlar o peso corporal e evitar a obesidade, por meio da alimentação saudável e da prática regular de exercícios físicos, e evitar o consumo de bebidas alcoólicas são recomendações básicas para prevenir o câncer de mama. A amamentação também é considerada um fator protetor.
A terapia de reposição hormonal (TRH), quando estritamente indicada, deve ser feita sob rigoroso controle médico e pelo mínimo de tempo necessário.
fonte: INCA – Instituto Nacional do Câncer

barra.png

Venha pedalar com a gente, NESTE DOMINGO (22/10), ao som das mais belas vozes femininas da música nacional e internacional, em prol da conscientização e combate ao câncer de mama!

rosa

Concentração às 9h / saída às 10h da manhã

Cicloponto Icaraí [calçadão da praia de Icaraí, em frente à Reitoria da UFF]

ps: em caso de chuva forte, a bicicletada poderá ser adiada

Para acessar o evento no facebook, clique aqui

outubro_2015
Pedal Sonoro | Outubro Rosa 2015 – homenagem à Clara Nunes

A utilização da bicicleta e seus benefícios coletivos

O uso da bicicleta desempenha um papel importante na mobilidade urbana em todo o mundo, e tem um potencial ainda maior.

Nas cidades, estima-se que mais que 50% dos destinos dos deslocamentos estão a menos 10km da sua origem, uma distância que poderia ser percorrida de bicicleta.

Mais viagens em bicicletas geram benefícios coletivos!

Redução dos congestionamentos e melhoria da qualidade do ar: bicicletas são uma opção ideal de transporte para viagens curtas muitas vezes realizadas por veículos motorizados que levam apenas o condutor.

Aumento do alcance dos sistemas de transporte de média e alta capacidade: a bicicleta preenche uma lacuna crítica, que é a do trecho complementar entre o destino final do passageiro e o transporte público, funcionando como elemento integrador de diversos modos de média e alta capacidade.

Melhoria da acessibilidade geral: pedalar é mais eficiente do que caminhar e dá aos usuários maior acesso a locais que estavam fora de seu alcance a pé, além de oferecer a vantagem do transporte “porta a porta”.

Redução de custos: a bicicleta gera economia nos gastos com transporte. Incentivar seu uso gera impacto positivo na economia doméstica.

oglobo.png
São Francisco / Niterói (O Globo)

Fomento ao desenvolvimento econômico: o crescimento no número de usuários e a implantação de novas infraestruturas para a mobilidade por bicicleta gera uma série de impactos na economia local (indústria, comércio e serviços), em função das diferentes demandas que surgem ou aumentam (equipamentos, acessórios, softwares, maté-ria-prima, fabricação, operação de serviços, etc).

Melhoria da saúde da população: pedalar traz benefícios tanto à saúde física quanto mental, além de contribuir para a redução da emissão de gases do efeito estufa (GEE). Há estudos que mostram que pedalar vinte minutos por dia tem um impacto positivo sobre a saúde mental.

Cidades mais acolhedoras: pedalar é uma opção de transporte de baixo impacto ambiental e uma cidade mais cicloinclusiva tende a ser mais dinâmica, moderna e sustentável. Em todo o mundo, as pessoas não querem mais ficar sentadas em intermináveis congestionamentos: elas querem viver em cidades que proporcionam interações criativas, circulação acessível a todos e um ambiente saudável, cheio de vida e repleto de opções. Exatamente o tipo de ambiente urbano que uma cidade cicloinclusiva pode oferecer.


 

Segundo a publicação “Cenários globais para a mobilidade por bicicleta”, do ITDP e UCDavis, cerca de 7% das viagens realizadas no mundo são feitas por bicicletas.

Se essa divisão modal chegasse a 23% do total de viagens, as cidades poderiam economizar 25 trilhões de dólares nos próximos 35 anos.

Captura de Tela 2017-10-09 às 20.59.27.png

A partir da mobilização em torno da Conferência de Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP 21), foi criada uma oportunidade única de estabelecer uma política global em direção à expansão do uso da bicicleta e do transporte sustentável. O setor de transportes atualmente é responsável por quase 25% das emissões de gases do efeito estufa (GEE).

Reduzir as emissões de GEE do transporte urbano é fundamental nas políticas públicas não só de transportes, mas também de adaptação e mitigação às mudanças climáticas, resultando em cidades mais resilientes. Investir maciçamente na promoção da bicicleta, de forma global, poderia reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 11% até 2050.

 

FONTE: Guia de Planejamento Ciclo Inclusivo / ITDP Brasil

Captura de Tela 2017-10-09 às 21.09.51.png
Para fazer o download do guia completo, clique aqui

Pedal Sonoro no Territórios da Arte – Interculturalidades

É com imensa satisfação que o coletivo Pedal Sonoro integra a programação do projeto Territórios da Arte – Interculturalidades, desenvolvido pelo Centro de Artes UFF em parceria com a Funarte.

site_01.png

Depois de percorrer as cidades de Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), Belém (PA) e Recife (PE), o Territórios da Arte chega a Niterói para o seu encerramento. Na etapa Sudeste, o projeto propõe revisitar a cultura das quatro regiões pelas quais passou e promover debates, oficinas, apresentações de coletivos artísticos e shows. As discussões sobre direitos da cultura, Amazônia, arte e tecnologias de emancipação, matrizes e ancestralidade, são alguns dos assuntos que atravessam todos os territórios e estão representados no evento.

Em Niterói, o “Territórios da Arte” se une ao “Interculturalidades”, com programação entre os dias 2 e 8 de outubro no Centro de Artes UFF e no Campus do Gragoatá. Depois, haverá desdobramentos nos campi de Rio das Ostras nos dias 9 e 10 de outubro, e de Campos dos Goytacazes de 11 a 13 de outubro.

Para acessar a programação completa do projeto, clique aqui

site_02.png

Confira, abaixo, a nossa participação NESTA QUINTA (05/10)

14H | Campus do Gragoatá UFF

Roda de Conversa: DIREITOS DA CULTURA: A CIDADE POR DIREITO

Participantes: Luciana Medeiros (Circular Campina, Holofote Virtual – PA), Maria Thereza Azevedo (Coletivo À Deriva – MT), João Grand Jr (Rede de Roda de Samba) e Luís Araujo (Coletivo Pedal Sonoro) | Mediação: Pedro Gradella (UFF)

16H | Cine Arte UFF

Exibição do Filme: BIKES VS CARS + painél ciclomobilidade e educação no trânsito

18H | Jardins da Reitoria UFF

Bicicletada Musical: PEDAL SONORO MANGUE BEAT

Concentração às 18h / saída às 19h em direção ao Campus do Gragoatá, onde ocorrerá apresentações de DJs e show com a banda Mundo Livre S/A!

Para acessar o evento no facebook, clique aqui

 

Pedal Sonoro | Lulu Santos

Nesta edição homenagearemos um grande guitarrista e figura marcante da música pop nacional: Lulu Santos!

lulu-santos-apresenta-clube-ux-1448990506520_1772x1181-1.jpg

Participe de nossa bicicletada musical e venha pedar ao som de grandes sucesssos como Tempos Modernos, Como uma Onda no Mar, Assim Caminha a Humanidade, dentre tantos outros deste maravilhoso artista.

Clique aqui, para acessar o evento no facebook.

NESTE DOMINGO (24/09/17) | Concentração 9h / saída 10h

Cicloponto Icaraí [calçadão da praia, em frente à Reitoria da UFF]

CicloMobiliTarde: uma tarde dedicada à mobilidade ativa

CAPA_SITE

A Semana da Mobilidade está chegando e o Pedal Sonoro, em parceria com o Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, está elaborando com muito carinho um encontro para debatermos este tema de extrema importância em nossa cidade, assim como na maioria dos municípios brasileiros, tendo como foco a mobilidade ativa.

A mobilidade ativa, também denominada de mobilidade suave ou mobilidade não-motorizada é uma forma de mobilidade para transporte de pessoas, e em alguns casos de bens, que faz uso unicamente de meios físicos do ser humano para a locomoção. Os meios de transporte ativos mais amplamente usados são andar a pé e de bicicleta. Todavia outros meios menos frequentes com propulsão humana como por exemplo, qualquer velocípede não-motorizado, patins, skate ou trotinetas, também se enquadram dentro da mobilidade ativa. (Wikipedia)

Confira a programação:

prog.png

13h | abertura

13h30-14h45 | painéis temáticos

MOBILIDADE A PÉ com Thatiana Murillo / Caminha Rio

CICLISMO E ORGANIZAÇÃO com Charles Gomes / União Gonçalense de Ciclistas

TRANSPORTE PÚBLICO com Paola Porto (Comissão de Acompanhamento e Estudo da Legislação de Trânsito OAB-Niterói / Mestre e Doutoranda UFF)

CAMPANHAS Bicicleta nas Eleições 2016 / Bicicleta nos Planos (União de Ciclistas do Brasil – UCB) com Pedal Sonoro

15h-17h30 | Mão na Roda (oficina livre e colaborativa de mecânica em bicis) c/ Garage Bike, Bretas Bike e Piratas de bici

18h-19h30 – Cineclube Pedal Sonoro: Cidades para carros ou para pessoas?

Distribuição de senha para sorteio de brindes aos 30 primeiros participantes (chegue cedo para concorrer!) e atividades para a criançada ao longo de toda a tarde!

site01

 

Apoio Institucional

barra_pmn.jpeg

Parceiros: Bicicleta e Companhia, Bike Anjo Niterói, Bretas Bike, Caminha Rio, Ciclismo Urbano, Ecoando, Fórum de Transparência e Controle Social, Garage Bike, Mobilidade Niterói, MobiRio, Niterói Para Pessoas, Observatório Social de NiteróiPatricia Thomaz FotografiaPiratas de Bici, Redes da MaréUnião Gonçalence de Ciclistas.

Para acessar o evento no facebook, clique aqui ou utilize o código abaixo:

 

B79A027B-2D65-48E9-83A7-29CBA88FD04D.JPG

Não basta construir, é preciso conservar

Não é de hoje que o Pedal Sonoro e os ciclistas organizados cobram da Prefeitura de Niterói a manutenção das infraestruturas cicloviárias (ciclofaixas/ciclovias) de nossa cidade que, no geral, encontram-se em péssimo estado de conservação.

Em março de 2016, após a re-pintura da ciclofaixa da Av. Roberto Silveira, solicitamos ao programa Niterói de Bicicleta a reposição dos equipamentos segregadores e a sinalização adequada desta importante ciclofaixa da Zona Sul. A resposta do programa foi de que os equipamentos seriam adquiridos e o serviço realizado. Insistimos nos questionamentos mas em 19/05/2016 os e-mails enviados ao programa não foram mais respondidos.

Captura de Tela 2017-08-26 às 00.41.31Captura de Tela 2017-08-26 às 00.41.52Captura de Tela 2017-08-26 às 00.42.20Captura de Tela 2017-08-26 às 00.42.44Captura de Tela 2017-08-26 às 00.42.56

Devido à negativa do programa Niterói de Bicicleta em manter uma comunicação conosco e a não realização da manutenção solicitada, em 2017, com o apoio de vereadores, foram encaminhados ao poder público um ofício e uma indicação legislativa.

De nada adiantou!

Após um ano e 5 meses desta solicitação,  fizemos um novo contato com a coordenadora Isabela Ledo e com o Secretário Executivo Axel Grael, idealizador do programa Niterói de Bicicleta. Para nossa surpresa, a resposta do programa indica que os equipamentos ainda não foram adquiridos e os ciclistas continuarão pedalando por uma via de trânsito intenso com altas velocidades, desprovidos de qualquer segurança.

OBS: Axel Grael acusou um membro do coletivo Pedal Sonoro de que “não queríamos diálogo” mas nuna respondeu a um único e-mail (foram mais de 20 mensagens enviadas).

Captura de Tela 2017-08-26 às 01.00.54Captura de Tela 2017-08-26 às 01.01.14


 

Como se não bastasse a completa ineficiência e o descaso com quem pedala pela cidade, alguns registros recentes realizados por ciclistas mostram que esta gestão está veiculando propaganda de governo em painéis eletrônicos espalhados pela cidade que deveriam informar as condições do trânsito em tempo real e propagar mensagens educativas.

O Pedal Sonoro seguirá cobrando da Prefeitura de Niterói e do poder legislativo o cumprimento da legislação, com o único objetivo de melhorar as condições de quem pedala em Niterói.

Cineclube PS #02

A segunda edição do Cineclube PS, uma atividade de formação e conscientização em CICLOMOBILIDADE, exibirá o aclamado documentário Bikes vs Cars (2015) do diretor Fredrik Gertten.

Após a exibição do documentário, faremos uma breve roda de conversa.

capa_ok.png

Apesar do nome Bikes vs Cars, o documentário não trata da disputa de espaço por carros e bicicletas, mas sim de como a indústrias dos carros influencia as políticas públicas das cidades e a forma como a bicicleta consegue mudar isso.

maxresdefault-3.jpg

Lançado em 2015, o documentário foi rodado em algumas cidades do mundo. No Brasil, apenas a cidade de São Paulo foi palco de algumas cenas. Entre 2012 e 2014, o diretor do filme Fredrik Gertten registrou as eleições do prefeito Fernando Haddad (PT) e as transformações pelas quais a cidade passou com a nova gestão e um forte investimento no uso da bicicleta na capital paulista.

O documentário também foi rodado nas cidades de Los Angeles, nos Estados Unidos, onde se fala um pouco sobre a luta por mais espaços para a bicileta; Já em Toronto no Canadá é mostrado a retirada de algumas bicicletas e por último Copenhague, na Dinamarca que é uma cidade referência nas políticas de mobilidade por bicicleta.

confira, abaixo, o trailer do documentário!

para acessar o evento no facebook, clique aqui